Arquitetura
100 anos de art déco: um estilo cuja atemporalidade desafia definições | Arquitetura
Em 1925, ao longo de cinco meses, a mostra de Paris reuniu expositores de mais de 20 nações. Era uma época de competição econômica entre elas, o que contribuiu para a visão elitista associada ao art déco. Os Estados Unidos não participaram como expositores do evento, mas designers e comerciantes americanos o visitaram e levaram de volta um olhar renovado ao seu país, que até então não tinha exemplos de art déco, segundo Steve Knight. “A adoção entusiasmada do novo estilo levou a construções icônicas como os edifícios Barclay-Vesey, o Chrysler e o Chanin, em Nova York”, diz o arquiteto. Com grandes corporações e famílias prósperas financiando as obras, exemplares art déco se espalharam da costa leste à oeste do país. “Utilizavam-se materiais luxuosos como mármore, bronze, níquel-prata e aço inoxidável. À medida que o estilo evoluiu na década de 1930, o design foi simplificado, expressando movimento, velocidade e eficiência. Isso aconteceu, em certa medida, por necessidade, com a quebra da bolsa de valores em 1929 e a subsequente depressão que atingiu grande parte do globo”, afirma. O distrito histórico de art déco em Miami, na Flórida, com seus predinhos estilizados em tons pastel, é um famoso exemplo dessa vertente mais contida, porém não menos interessante.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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