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Meteoro ilumina o céu de Braga durante o pico da chuva de Gemínidas; veja

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Na noite de sábado, um “grande meteoro” iluminou o céu da cidade de Braga, em Portugal. O fenômeno ocorreu às 23h27 (20h27 no horário de Brasília) e foi registrado pela estação AMS211 do Observatório Astronômico de Braga.

De acordo com o Planetário – Casa da Ciência de Braga, o “grande meteoro” foi observado precisamente no pico da chuva de meteoros conhecida como “Gemínidas”.

As Gemínidas, ou Geminídeos, são chuvas de meteoros causadas pelo asteroide “3200 Faetonte”, que se acredita ser um asteroide da família Palas com uma órbita de “cometa rochoso”. A informação foi compartilhada pelo Planetário em sua página no Facebook.

Os meteoros dessa chuva são mais lentos e, geralmente, podem ser observados em dezembro, com o pico ocorrendo em torno dos dias 13 ou 14, como foi o caso em Braga.

A intensidade das Gemínidas tem aumentado a cada ano, e, em condições ideais de céu limpo e escuro, pode-se observar entre 120 a 160 meteoros por hora, segundo registros dos últimos anos.

Pode ver, na galeria acima, um vídeo da passagem do meteoro.

Leia Também: Ex-funcionário da OpenAI, que denunciou práticas da companhia, é encontrado morto em sua casa



Fontes: Notícias ao Minuto

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Asteroide passa a “acompanhar” a Terra e chama atenção de astrônomos

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Um pequeno asteroide recém-identificado passou a chamar a atenção de astrônomos por seu movimento incomum em relação à Terra. Batizado de 2025 PN7, o corpo celeste passou a ser classificado como um quase-satélite, termo usado para descrever objetos que orbitam o Sol, mas acompanham a Terra de forma sincronizada por longos períodos.

Segundo reportagem da ABC News, o asteroide não é uma lua de fato e não está preso à gravidade terrestre. Ainda assim, sua órbita é tão semelhante à da Terra que, visto do nosso planeta, ele parece permanecer por perto, como se estivesse “seguindo” o movimento terrestre ao redor do Sol.

O 2025 PN7 foi identificado por astrônomos a partir de dados de observação recentes e tem cerca de 19 metros de diâmetro. De acordo com especialistas ouvidos pela ABC News, esse tipo de objeto entra em uma relação conhecida como ressonância orbital 1:1, completando uma volta ao redor do Sol praticamente no mesmo tempo que a Terra.

Os cálculos indicam que o asteroide deve manter esse comportamento por várias décadas, possivelmente até o início da década de 2080, antes que interações gravitacionais alterem sua trajetória. Fenômenos como esse não são inéditos, mas são considerados raros, especialmente quando envolvem objetos que passam relativamente próximos ao planeta.

Astrônomos explicam que o interesse pelo 2025 PN7 vai além da curiosidade popular. O acompanhamento de quase-satélites ajuda a entender melhor como pequenos corpos interagem gravitacionalmente com a Terra, além de fornecer dados importantes para modelos de previsão orbital e para estratégias de defesa planetária.

A ABC News destaca que esses objetos também podem servir como alvos potenciais para futuras missões espaciais, já que sua órbita semelhante à da Terra reduz custos e riscos de deslocamento. Apesar disso, os cientistas reforçam que o 2025 PN7 não representa ameaça ao planeta.

Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

Como esses pequenos objetos celestes são classificados

Notícias Ao Minuto Brasil | 05:24 – 01/02/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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NASA explica em vídeo a Artemis II, ensaio antes do retorno à Lua

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A NASA entra na reta final para um dos momentos mais aguardados do seu programa lunar. Se o cronograma for mantido, a agência norte-americana deve lançar a missão Artemis II no próximo dia 6 de fevereiro, marcando o retorno de astronautas ao espaço profundo após mais de meio século.

Diferentemente da Artemis I, realizada sem tripulação, a nova missão levará quatro astronautas a bordo da cápsula Orion. Embora não esteja previsto um pouso na Lua, a Artemis II é considerada um passo decisivo no plano de levar humanos novamente à superfície lunar, funcionando como um verdadeiro ensaio geral para as próximas etapas do programa.

Para detalhar os objetivos da missão, a NASA divulgou recentemente um vídeo explicativo com animações que mostram, em detalhes, como será o voo. A missão utilizará o foguete Space Launch System (SLS), responsável por colocar a cápsula Orion em órbita com os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch, todos da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

Após o lançamento, a tripulação fará inicialmente uma volta completa ao redor da Terra antes de seguir rumo à Lua. A cápsula não pousará no satélite natural, mas realizará uma órbita ao seu redor, aproximando-se a uma distância entre 6.500 e 9.500 quilômetros da superfície lunar. Ao todo, os astronautas passarão cerca de dez dias no espaço.

O principal objetivo da Artemis II é testar, em condições reais, todos os sistemas da cápsula Orion, desde suporte de vida até comunicação e navegação em espaço profundo. As informações coletadas serão fundamentais para o planejamento da Artemis III, missão que pretende levar novamente astronautas à Lua, incluindo o primeiro pouso tripulado desde 1972.

“A missão de teste de dez dias demonstrará capacidades essenciais para a exploração humana do espaço profundo”, afirma a NASA no vídeo institucional. “Ela provará que a Orion está pronta para manter astronautas seguros fora da órbita terrestre e permitirá que equipes no espaço e em solo pratiquem operações críticas para missões futuras.”

Segundo o site especializado Digital Trends, a agência está na fase final de testes do foguete SLS. A tripulação já se encontra em quarentena, procedimento padrão antes de missões tripuladas, enquanto novos testes nos sistemas de propulsão devem ser realizados nos próximos dias. Se tudo ocorrer como planejado, a Artemis II abrirá um novo capítulo na exploração lunar humana.



Fontes: Notícias ao Minuto

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SpaceX propõe lançar até um milhão de data centers em órbita da Terra

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A SpaceX apresentou uma proposta à Comissão Federal de Comunicações dos EUA na qual afirma ter planos para colocar em órbita uma “constelação” de até um milhão de data centers.

No documento, a empresa controlada por Elon Musk informa que esses data centers seriam alimentados por energia solar e teriam capacidade de se comunicar entre si por meio de lasers.

Segundo o site The Verge, é improvável que a Comissão Federal de Comunicações aprove um projeto dessa dimensão, e a versão final autorizada, caso avance, deve prever um número bem menor de unidades.

Apesar disso, a SpaceX afirma na proposta que “data centers orbitais são a forma mais eficiente de atender à crescente demanda por poder de computação voltado à Inteligência Artificial”.

Não é a primeira vez que Musk manifesta interesse em levar data centers ao espaço com o objetivo de acelerar o desenvolvimento da IA. A possibilidade de uma eventual integração entre a SpaceX e a xAI também reforça essa estratégia.

Em paralelo, Musk anunciou em uma publicação na rede social X que o primeiro teste da nova geração do foguete Starship deve ocorrer em algum momento do mês de março.
 

Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano

Em fevereiro acontecerá o lançamento da missão lunar Artemis II, onde, durante dez dias, serão testados todos os sistemas que serão usados para voltar a colocar seres humanos na Lua

Folhapress | 07:48 – 31/01/2026

 
 



Fontes: Notícias ao Minuto

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