Arquitetura
Casa do Celeiro / Estudio BNAA + A.P.Amieva

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Na era pós-Covid, a moradia enfrenta uma necessária e profunda redefinição. Este projeto propõe uma reinterpretação contemporânea do arquétipo do celeiro, concebido como uma estrutura periférica, versátil e adaptável, capaz de responder a múltiplas formas de habitar. Mais do que uma tipologia fechada, trata-se de um sistema aberto que questiona os modelos habitacionais tradicionais.

Diante da obsolescência da “tipologia” como ferramenta projetual, propomos abandonar as hierarquias espaciais em favor de uma linguagem modular e flexível. A moradia já não é uma soma de funções fixas, mas um campo de possibilidades transformáveis, ativadas pelo usuário. A partir dessa perspectiva, projetamos um dispositivo que articula múltiplas camadas de uso, capaz de evoluir com o tempo e se adaptar a diferentes contextos.


O projeto baseia-se em uma grelha estrutural regular e um sistema construtivo de peças industriais pré-fabricadas de baixo custo. Utilizam-se perfis IPN de 140 mm com múltiplas funções: estrutura (vigas e pilares), suporte elétrico (para luminárias), suporte de divisões (por meio de cortinas imantadas) e complemento habitável (para pendurar redes, vasos ou outros elementos). Essa estrutura visível transforma-se em uma linguagem clara, expressiva e funcional.

São incorporados sistemas de separação móveis – cortinas suspensas por ímãs calibrados conforme o peso e a tração – que permitem configurar o espaço sem perfurações. Isso possibilita um uso dinâmico e personalizado do interior, sem renunciar à ordem nem à economia material.

A moradia inclui um núcleo úmido central compacto, sobre o qual se desenvolve um mezanino acessível: um espaço introspectivo, sem janelas, iluminado indiretamente pelo nível inferior, ideal para descansar ou estudar. Otimizam-se não apenas os metros quadrados, mas também os metros cúbicos, gerando uma ocupação tridimensional do espaço.



A expansão é prevista desde a origem. As aberturas ao sul, do tamanho de uma porta padrão, permitem desmontar partes do invólucro para continuar com a modulação de crescimento, respeitando a linguagem arquitetônica inicial. O sistema admite diversas opções de ampliação, mantendo a lógica construtiva e estrutural da grelha.

O desempenho térmico é resolvido com estratégias passivas: uma galeria voltada para o norte regula a radiação solar, e é possível criar uma armadilha térmica por meio de cortinas móveis, aumentando o conforto conforme as estações.

Esta proposta não apresenta um objeto acabado, mas uma estratégia inacabada, aberta à apropriação, modificação e ampliação. Defendemos uma arquitetura com linguagem comum, atemporal e universal, que recorre à economia de meios como estímulo criativo. Dentro de uma ordem restritiva, alcança-se uma flexibilidade espacial máxima: uma moradia pensada como sistema, não como produto; como processo, não como tipologia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
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