Jão
O que é Jão?
Jão é um termo que pode ser utilizado em diversos contextos, especialmente no Brasil, onde é frequentemente associado a uma forma carinhosa ou informal de se referir a alguém chamado João. No entanto, no nicho de serviços, Jão pode se referir a uma marca, um serviço específico ou até mesmo a uma abordagem de atendimento ao cliente que se destaca pela personalização e atenção. Essa versatilidade faz com que o termo Jão seja relevante em várias discussões sobre serviços e atendimento ao cliente.
História do termo Jão
O uso do termo Jão remonta a tradições culturais brasileiras, onde diminutivos e apelidos são comuns na linguagem cotidiana. A popularidade do nome João, um dos mais comuns no Brasil, contribuiu para a adoção de Jão como uma forma amigável de se referir a pessoas. No contexto de serviços, essa informalidade pode ser vista como uma estratégia de marketing que visa criar uma conexão mais próxima entre a marca e o cliente, utilizando um tom mais acessível e amigável.
Jão como estratégia de marketing
No marketing, Jão pode ser utilizado como uma estratégia para humanizar a marca. Ao adotar um tom mais informal e próximo, empresas podem se diferenciar em um mercado saturado, onde a personalização e a experiência do cliente são fundamentais. O uso de Jão em campanhas publicitárias, redes sociais e atendimento ao cliente pode gerar um sentimento de familiaridade e confiança, incentivando a fidelização dos consumidores.
Exemplos de uso do Jão em serviços
Empresas de diversos setores têm utilizado o termo Jão para criar uma identidade única. Por exemplo, uma cafeteria pode nomear um de seus produtos como “Café do Jão”, criando uma conexão emocional com os clientes. Da mesma forma, serviços de entrega podem usar Jão como um personagem que representa a rapidez e eficiência do serviço, tornando a marca mais memorável e simpática aos olhos do consumidor.
Impacto do Jão na experiência do cliente
A adoção do termo Jão pode ter um impacto significativo na experiência do cliente. Quando os consumidores se sentem mais à vontade e conectados com uma marca, é mais provável que compartilhem suas experiências positivas com amigos e familiares. Isso pode resultar em um aumento no boca a boca e na recomendação de serviços, o que é essencial para o crescimento de qualquer negócio. Jão, portanto, não é apenas um termo, mas uma estratégia que pode transformar a percepção do cliente sobre uma marca.
Jão e a cultura brasileira
O uso de Jão também reflete aspectos da cultura brasileira, onde a informalidade e a cordialidade são valorizadas nas interações sociais. Essa característica cultural pode ser aproveitada por empresas que desejam se conectar com o público de maneira mais autêntica. Incorporar Jão em comunicações e campanhas pode ajudar a criar um ambiente mais acolhedor e receptivo, alinhando a marca com os valores culturais do Brasil.
Jão nas redes sociais
Nas redes sociais, o uso do termo Jão pode ser uma maneira eficaz de engajar o público. Postagens que utilizam Jão podem gerar mais interações, comentários e compartilhamentos, uma vez que o tom informal e amigável tende a ressoar melhor com os usuários. Além disso, campanhas que utilizam Jão podem se tornar virais, especialmente se forem criativas e alinhadas com as tendências atuais, aumentando a visibilidade da marca.
Desafios do uso do Jão
Embora o uso de Jão possa trazer muitos benefícios, também existem desafios. É importante que as empresas avaliem se essa abordagem é adequada para seu público-alvo e para a imagem que desejam transmitir. O uso excessivo ou inadequado do termo pode ser visto como forçado ou desonesto, o que pode prejudicar a reputação da marca. Portanto, é essencial encontrar um equilíbrio entre informalidade e profissionalismo ao utilizar Jão em comunicações.
Futuro do Jão no mercado de serviços
O futuro do uso do termo Jão no mercado de serviços parece promissor, especialmente à medida que as empresas buscam maneiras de se diferenciar em um ambiente competitivo. A personalização e a humanização da marca continuarão a ser tendências importantes, e Jão pode desempenhar um papel central nessa evolução. À medida que mais empresas adotam essa abordagem, o termo pode se tornar um símbolo de inovação e conexão no setor de serviços.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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