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Mas há mais: como Richard Louv, o aclamado autor de obras como “Natureza e Saúde” (Integral, 2015), descreveu há duas décadas, os efeitos dessa alienação do ambiente vegetal incluem consequências realmente graves para os seres humanos, como maior mortalidade em crianças e adultos, menor duração das gestações (com as consequências negativas que isso acarreta) e maior incidência de doenças físicas e mentais (obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, dor lombar, deficiência de vitamina D, miopia, etc.). Em seu livro “Last Child in the Woods: Saving Our Children from Nature-Deficit Disorder” (Algonquin Books, 2005), Louv chamou esse conjunto de problemas decorrentes da falta de contato com a natureza de “transtorno por déficit de natureza”.
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Fonte: Casa Vogue

