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Arquitetura

7 edifícios que já não existem, mas que viralizariam no Instagram e no TikTok

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O mundo perdeu a chance de curtir esses edifícios que já não existem e que teriam feito o maior sucesso no nosso feed Em 21 de julho de 356 a.C., um pastor chamado Eróstrato decidiu que, para ser famoso, precisava incendiar o Templo de Éfeso, na atual Turquia. Depois de cometer o crime — coincidentemente, na mesma noite em que nascia Alexandre, o Grande —, essa Maravilha do Mundo Antigo desapareceu para sempre. Mas o icônico templo não é a única construção que poderia ter sido e acabou reduzida a escombros por desastres naturais, guerras ou abandono. Esses edifícios do mundo que já não existem — e que hoje fariam tremer seu feed de influenciador de design (e sem precisar botar fogo em nada) — nos transportam para esse universo fascinante da “arquitetura perdida”.
Nakagin Capsule Tower (Tóquio, Japão)
Nakagin Capsule Tower
German Vidal/Getty Images
O arquiteto Kisho Kurokawa ergueu em 1972 o já icônico edifício Nakagin Capsule Tower, o primeiro projeto de arquitetura concebido em cápsulas. Uma estrutura futurista (e um tanto kitsch), pensada para abrigar os homens de negócios que trabalhavam durante a semana em Tóquio. Um esboço daquela arquitetura sustentável e reciclável que permitia substituir cada um dos 140 módulos sem dificuldades. Infelizmente, essa joia do movimento metabólico foi demolida em 2022, apesar das críticas de especialistas e jornalistas de arquitetura ao redor do mundo.
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Hospital para Mulheres Prentice (Chicago, EUA)
Hospital para Mulheres Prentice (Chicago)
Stevegeer/Getty Images
Construído entre 1969 e 1975, o Hospital para Mulheres Prentice, no centro de Chicago, tornou-se outro exemplo singular da obra de Bertrand Goldberg, aluno da Bauhaus. Erguido sobre uma base retangular de vidro e aço, o edifício era composto por quatro torres cilíndricas que brincavam com a ilusão de flutuação, lembrando uma espécie de nave espacial pousada. Apesar da campanha “Salvemos Prentice”, a Comissão de Patrimônio Arquitetônico de Chicago decidiu demolir o edifício, considerado um obstáculo ao plano urbano voltado para o desenvolvimento econômico da cidade.
Edifício da Administração Larkin, de Frank Lloyd Wright (Buffalo, EUA)
Edifício da Administração Larkin
Reprodução AD Espanha
Em 1903, nascia em Buffalo o Edifício da Administração Larkin, obra de Frank Lloyd Wright, um vasto edifício de tijolos vermelhos escuros, com cinco andares e inovações como sistema de ar-condicionado. Apesar de ser um prédio de escritórios para uma empresa de sabões, a construção exalava Lloyd Wright em cada metro quadrado. No entanto, após várias mudanças internas na empresa, o edifício passou de mãos em mãos até ser demolido em 1950 sob o pretexto de construir um terminal de caminhões — que nunca foi realizado. Também em Buffalo, havia uma das estações ferroviárias mais icônicas dos Estados Unidos, demolida em 1979.
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Sede dos Laboratórios Jorba, também conhecida como ‘A Pagoda’ (Madri, Espanha)
Sede dos Laboratórios Jorba, também conhecida como ‘A Pagoda’
Fundación Miguel Fisac/Reprodução AD Espanha
Madri é uma cidade onde ressoam os ecos da arquitetura perdida, com exemplos como a sede dos Laboratórios Jorba, também conhecida como A Pagoda por sua estrutura em forma de edifício oriental, onde cada andar girava 45º em relação ao anterior. Um marco de sua época — que chegou a chamar a atenção do MoMA —, foi demolido em 1999, segundo dizem, por conta da especulação imobiliária.
Pavilhão Alemão da Expo de Barcelona de 1929 (Barcelona, Espanha)
Pavilhão Alemão da Expo de Barcelona
Quim Llenas/Getty Images
Por ocasião da Exposição Universal de Barcelona de 1929, o arquiteto alemão Ludwig Mies van der Rohe concebeu um pavilhão nacional pioneiro, no alto de Montjuïc. Materiais como vidro, aço e mármore foram aplicados de forma moderna e geométrica, com influências da arquitetura tradicional japonesa e do neoplasticismo — pura visão para a época. Embora o pavilhão tenha sido demolido em 1930, foi reconstruído em 1986 (não sem polêmica) em seu local original.
Robin Hood Gardens (Londres, Reino Unido)
Robin Hood Gardens
Victor Huang/Getty Images
Um dos projetos mais vibrantes de Alison e Peter Smithson em Londres foi o conjunto habitacional Robin Hood Gardens, uma proeza brutalista. Desde seus amplos espaços comunitários até a funcionalidade, passando pelas influências de um modernismo voltado para a convivência entre homem e máquina — pura visão de futuro —, o complexo se tornou um ícone da cidade inglesa, até ser incluído no projeto de renovação urbana do leste de Londres, o Blackwall Reach Regeneration Project. Foi totalmente demolido há apenas alguns meses.
Casa Rose Pauson (Arizona, EUA)
Casa Rose Pauson
Reprodução AD Espanha
Frank Lloyd Wright não teve sossego: em 1943, uma de suas construções emblemáticas pegou fogo por conta de uma brasa da lareira que incendiou uma cortina. Era a Casa Rose Pauson, construída dois anos antes em Phoenix, Arizona. A imponente construção, feita de madeira e pedra, foi projetada como uma extensão do próprio deserto e, à época, Lloyd Wright a considerava “o lugar mais maravilhoso da Terra”.
*Matéria publicada originalmente na AD Espanha
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Fonte: Casa Vogue

Arquitetura

Casa na árvore atrai atenção por sauna e teto de vidro; fotos

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Uma casa na árvore localizada em Mairiporã, no interior de São Paulo, atrai a atenção por contar com teto de vidro e sauna finlandesa em cedro. Localizada a 7 metros de altura, em meio a Mata Atlântica, a cabana fica no Parque Estadual da Cantareira, na última rua de um condomínio fechado, de frente para área de reserva.



Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico

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A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.



Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

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A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação



Fonte: Casa Vogue

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