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Nick Jonas é um cantor, compositor e ator norte-americano, conhecido por ser um dos membros da famosa banda Jonas Brothers. Nascido em 16 de setembro de 1992, em Dallas, Texas, Nick começou sua carreira musical ainda jovem, e rapidamente se destacou por seu talento vocal e habilidades de composição. Ao longo dos anos, ele se tornou uma figura proeminente na indústria da música pop, conquistando fãs em todo o mundo.
A carreira musical de Nick Jonas teve início com os Jonas Brothers, que se formaram em 2005. O grupo lançou vários álbuns de sucesso, incluindo “It’s About Time” e “A Little Bit Longer”, que contaram com hits como “S.O.S” e “Burnin’ Up”. Após a pausa da banda, Nick lançou sua carreira solo, apresentando um som mais maduro e diversificado, com álbuns como “Nick Jonas” e “Last Year Was Complicated”, que foram bem recebidos pela crítica e pelo público.
Além de sua carreira musical, Nick Jonas também se destacou como ator. Ele participou de diversas produções, tanto na televisão quanto no cinema. Um de seus papéis mais notáveis foi na série “Kingdom”, onde interpretou um lutador de MMA. Nick também fez aparições em filmes como “Jumanji: Welcome to the Jungle”, mostrando sua versatilidade como artista e conquistando novos fãs.
Nick Jonas não é apenas um artista, mas também uma influência cultural significativa. Ele tem sido um defensor de várias causas sociais, incluindo saúde mental e direitos LGBTQ+. Sua abertura sobre questões pessoais, como diabetes tipo 1, ajudou a aumentar a conscientização e a educação sobre a doença, tornando-o um modelo a ser seguido por muitos jovens.
Além de sua música e atuação, Nick Jonas também é conhecido por seu estilo pessoal e senso de moda. Ele frequentemente aparece em eventos de alto perfil, vestindo roupas de designers renomados e se tornando uma referência de estilo para muitos. Sua presença nas redes sociais, onde compartilha looks e colaborações com marcas, solidifica sua imagem como um ícone de moda contemporâneo.
Nick Jonas é casado com a atriz Priyanka Chopra, e o casal frequentemente compartilha momentos de suas vidas nas redes sociais. A relação deles é admirada por muitos, e eles se tornaram um dos casais mais influentes de Hollywood. Nick também é próximo de seus irmãos, Joe e Kevin, com quem mantém uma forte ligação familiar, refletindo a importância da família em sua vida.
A discografia de Nick Jonas inclui vários álbuns solo e com os Jonas Brothers. Entre seus trabalhos solo, destacam-se os álbuns “Nick Jonas” (2014) e “Last Year Was Complicated” (2016), que apresentam uma mistura de pop, R&B e influências eletrônicas. Com os Jonas Brothers, os álbuns “Happiness Begins” (2019) e “Lines, Vines and Trying Times” (2009) também são marcos importantes em sua carreira musical.
Nick Jonas é bastante ativo nas redes sociais, onde interage com seus fãs e compartilha atualizações sobre sua carreira e vida pessoal. Com milhões de seguidores no Instagram e Twitter, ele utiliza essas plataformas para promover sua música, projetos e causas que apoia. Sua presença online é uma extensão de sua personalidade carismática e acessível, permitindo que os fãs se conectem com ele de maneira mais íntima.
Ao longo de sua carreira, Nick Jonas recebeu diversos prêmios e indicações, tanto como artista solo quanto como parte dos Jonas Brothers. Ele foi indicado a prêmios como o Billboard Music Awards e o Teen Choice Awards, consolidando sua posição como um dos artistas mais influentes da sua geração. Esses reconhecimentos refletem não apenas seu talento, mas também o impacto que ele teve na música pop contemporânea.
O futuro de Nick Jonas parece promissor, com novos projetos musicais e colaborações no horizonte. Ele continua a explorar novas sonoridades e a expandir sua carreira em diferentes áreas, incluindo atuação e moda. Com uma base de fãs leal e crescente, Nick está preparado para deixar uma marca duradoura na indústria do entretenimento, inspirando novas gerações de artistas e fãs.
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.

A arquitetura costuma ser representada como um objeto estável: um edifício capturado em um momento de clareza visual, isolado das contingências ao redor. Plantas, cortes e fotografias prometem legibilidade ao suspender o tempo. No entanto, muitos dos espaços públicos mais duradouros do mundo resistem completamente a esse modo de representação. Eles não foram feitos para serem compreendidos de imediato, nem revelam sua lógica apenas pela forma. Sua inteligência espacial emerge aos poucos — pela repetição, pela ocupação e pela duração.
O bazar se insere com firmeza nessa categoria. Ele não pode ser entendido por um único desenho ou por uma elevação finalizada. Sua organização não é fixa, é ensaiada diariamente. O que o sustenta não é apenas a composição arquitetônica, mas o tempo compartilhado, a memória coletiva e padrões de uso construídos ao longo dos anos. A convivência no bazar não nasce de decisões formais de projeto; ela é produzida por encontros repetidos, proximidades negociadas e familiaridade social acumulada no tempo.
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Observar um bazar com atenção é reconhecer a arquitetura operando como um sistema temporal. Mercados não funcionam de maneira contínua e uniforme. Eles se montam, se intensificam, pausam, se transformam e se dissolvem — muitas vezes dentro de um único dia. Da atividade noturna do Mercado de Flores Dadar, em Mumbai, à precisão matinal do Mercado de Tsukiji, em Tóquio, esses ambientes são regidos menos por fechamentos espaciais e mais por coordenação no tempo.
Mercados públicos: arquitetura do encontro e da troca
A regulação acontece por repetição, não por imposição. A orientação se dá pela familiaridade, não pela sinalização. A memória assume o papel que, em geral, caberia às paredes e aos limites físicos. Ao longo do dia, ferramentas arquitetônicas convencionais começam a perder relevância. Plantas não conseguem registrar o movimento; diagramas de zoneamento falham em captar a sobreposição. Em seu lugar, é preciso outro tipo de leitura espacial — uma que reconheça o tempo como estrutura organizadora e o comportamento como um material arquitetônico central.

Entre a meia-noite e o início da manhã, muitos mercados se formam fora do olhar da cidade. No Mercado de Flores KR, em Bengaluru, essa lógica temporal está ligada ao papel da cidade como polo agrícola e comercial regional. As flores chegam durante a noite, vindas de distritos vizinhos e outros estados, sincronizadas com a demanda do atacado nas primeiras horas do dia e com a necessidade de evitar o calor e o trânsito diurnos. O mercado ocupa um tecido urbano denso, sobreposto por rotas de transporte, instituições religiosas e ruas comerciais históricas. Sua montagem segue o hábito, não a alocação formal.

Superfícies temporárias são estendidas. Feixes de flores definem bordas e caminhos. Poucos estandes existem no sentido arquitetônico tradicional, mas os limites espaciais são claramente compreendidos. Os vendedores retornam aos mesmos pontos todos os dias, guiados pelo reconhecimento social, não por marcações físicas. O território se mantém pela continuidade, não pela posse. A ordem espacial é construída coletivamente, sem infraestrutura visível ou controle centralizado. Aqui, o bazar revela uma inteligência arquitetônica raramente reconhecida: ambientes feitos pela repetição, e não pela permanência; legibilidade sustentada pela memória, e não pelo fechamento material.
Nas primeiras horas da manhã, a atividade se intensifica. Troca no atacado, compras no varejo, logística e demandas rituais se sobrepõem num intervalo de tempo extremamente comprimido. A proximidade do mercado com ruas comerciais e áreas de culto o insere num tecido urbano historicamente denso. Do ponto de vista do planejamento, essa concentração costuma ser lida como desordem. No nível do chão, porém, o espaço opera com precisão.

Os fluxos se ajustam em torno de carrinhos, motos e carregadores. Certos caminhos se alargam ou se estreitam conforme o volume, não conforme a dimensão física. Limiares mudam de função sem alteração arquitetônica. O que parece caótico de cima funciona como um sistema calibrado por hábito, familiaridade e ajuste mútuo. Aqui, a densidade não indica falha do planejamento — indica sucesso da organização temporal. A arquitetura atua menos como separação e mais como estrutura para negociação constante.
Com o avanço do dia, a intensidade diminui. A ênfase passa da transação ao descanso, à manutenção e à troca social. Em mercados como o de Mapusa, em Goa, essa desaceleração é estrutural. O ritmo do mercado se vincula mais aos ciclos agrícolas semanais e sazonais do que à demanda diária. O pico ocorre pela manhã; depois, o tempo se alonga.

Nessas horas, o mercado se expande e se contrai no tempo, não no espaço. A forma construída oferece sombra, bordas e superfícies duráveis, mas recua em protagonismo. A organização se dá por expectativa mútua. Conversas se estendem. Assentos improvisados surgem onde nada foi projetado. O mercado continua ocupando o espaço sem produzir troca material. Essa pausa não é ineficiência — é inteligência espacial. Ela permite que o sistema se recupere e se sustente ao longo das semanas e estações.
À medida que o comércio se encerra, muitos mercados se transformam profundamente. No Campo de’ Fiori, em Roma, a retirada das barracas revela uma praça cívica. O mesmo chão que sustentava caixas e circulação pela manhã passa a acolher encontros e lazer à noite.

Essa mudança acontece sem qualquer intervenção arquitetônica ou reprogramação formal. O uso se transforma, mas a memória do espaço permanece. Mesmo sem as barracas e objetos, os vestígios do mercado continuam legíveis, e as pessoas ainda reconhecem onde a atividade acontecia, orientando-se pela familiaridade — não por placas ou dispositivos de design. O espaço não precisa anunciar sua nova função; ele simplesmente a incorpora. O êxito desses ambientes não está na “flexibilidade” como recurso projetado, mas na ausência de restrições. A arquitetura se mantém aberta o suficiente para acolher diferentes condições sociais ao longo do tempo, sem impor hierarquias nem fixar permanências. Ao evitar definir o uso com excesso de precisão, o mercado garante continuidade entre o comércio e a vida pública, mostrando como a arquitetura permanece relevante quando permite que os programas evoluam, em vez de exigir estabilidade.
À noite, o bazar quase desaparece. Estruturas temporárias somem. Os objetos vão embora. Em mercados como o Ballarò, em Palermo, quase nada resta fisicamente — mas a ordem espacial continua viva na memória coletiva. O mercado não depende de preservação formal. Ele sobrevive por ensaio diário.

Com o tempo, a questão muda: não é mais como projetar mercados, mas como os mercados moldam o comportamento espacial. O bazar ensina negociação, timing e convivência. Ele produz coletividade não pela forma, mas pelo uso contínuo. Não se trata de romantizar a informalidade, mas de ampliar o modo como a arquitetura observa o espaço vivido. Quando espaço e tempo são inseparáveis, a representação também precisa ser. O bazar não pede outra arquitetura. Ele pede outras formas de enxergar a arquitetura como ela é vivida.
Este artigo é parte dos Temas do ArchDaily: Construindo lugares de encontro. Mensalmente, exploramos um tema em profundidade através de artigos, entrevistas, notícias e projetos de arquitetura. Convidamos você a conhecer mais sobre os temas do ArchDaily. E, como sempre, o ArchDaily está aberto a contribuições de nossas leitoras e leitores; se você quiser enviar um artigo ou projeto, entre em contato.
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