Arquitetura
Museu da Pérola Siyadi / Studio Anne Holtrop

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Por milênios, a coleta de pérolas e os ofícios ligados a essa atividade moldaram a economia e a cultura da sociedade insular do Bahrein. Como centro da indústria perlífera, o país era o principal polo econômico da região, atraindo mergulhadores e tripulações de todo o Golfo, que vinham tentar a sorte a bordo dos dhows. O sucesso de cada temporada de coleta era vital para o sustento de diversos moradores locais e suas profissões: comerciantes, credores, donos e construtores de barcos, capitães, mergulhadores, carregadores e fabricantes de velas.

Os testemunhos espaciais e arquitetônicos da economia das pérolas em Muharraq e nas águas ao norte do Bahrein são os últimos remanescentes desse passado. Por isso, são exemplos excepcionais que representam, de forma completa, a tradição cultural da coleta de pérolas.



Entre as construções mais simbólicas, os conjuntos das famílias Siyadi e Murad são peças essenciais do Caminho das Pérolas, já que ambas tiveram forte atuação como comerciantes de pérolas. O Majlis Siyadi é um exemplo arquitetônico único, onde Tajir Al-Lulu recebia compradores vindos de lugares tão distantes quanto a Índia e a Europa. Foi nesse espaço que aconteceram negociações envolvendo coleções especiais de pérolas.

A restauração do Majlis Siyadi e da Mesquita começa com a remoção de acréscimos e modificações que não respeitam o caráter original do edifício. Com a estrutura reduzida aos seus elementos históricos remanescentes, as partes faltantes são reconstruídas seguindo a direção das paredes existentes, sempre que possível com base nas fundações históricas ainda visíveis. Os novos ambientes serão usados para a exposição de joias e pérolas soltas pertencentes ao acervo do Museu Nacional do Bahrein, da joalheria Mattar e da Coleção Cartier.

O material de construção tradicional é a pedra de coral (froush), revestida com reboco à base de cal. O acabamento histórico segue duas etapas: uma camada espessa de reboco é aplicada manualmente sobre a alvenaria de coral, e depois uma camada fina e lisa é usada como acabamento final. Essa camada costuma receber relevos decorativos entalhados em gesso e cal, além de pinturas. A sala de visitas do Majlis Siyadi, em especial, exibe decorações impressionantes que não se encontram em nenhum outro lugar de Muharraq.





Para diferenciar as novas paredes do Museu da Pérola Siyadi e da Mesquita, foi criada uma nova técnica de reboco que mantém visíveis as duas camadas. Após a aplicação da camada rugosa, uma camada lisa, de cerca de 2,5 metros de largura, é espalhada parcialmente de baixo para cima, criando superfícies amplas com bordas irregulares e acabamento suave. Essa técnica resulta em um efeito visual marcante e contemporâneo, sem abrir mão das características do reboco tradicional.

Na sala principal de exposição, com pé-direito de 7 metros, as superfícies de reboco recebem acabamento em folhas de prata. A prata, ao reagir naturalmente com o ar e a umidade, desenvolve uma pátina que adquire um leve tom dourado. Esse acabamento dialoga com a rica tradição decorativa dos interiores históricos, como os do Majlis Siyadi.

Arquitetura
Residências La Cunka / Galetto estudio

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Situadas nas Sierras Chicas de Córdoba, com vistas ao Lago Los Molinos, nas proximidades de uma pequena aldeia de montanha chamada Potrero de Garay. O projeto parte da necessidade de habitar a encosta leste de uma montanha; uma experiência tanto temporal, esporádica e concisa, quanto intensa.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Fonte Velha / Martins Pimenta – Arquitetura e Construção

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada em Matosinhos, a Casa da Fonte Velha é resultado de uma abordagem cuidadosa para criar um lar familiar contemporâneo que valoriza a convivência. Este projeto, destinado a um casal jovem com três filhos, enfoca a harmonia entre os espaços de convívio e a facilidade de receber amigos e familiares.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
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