[ad_1]
Renata Castro e Silva, diretora da Carbono Galeria – que trabalha com edições de grandes artistas, ou seja, reproduzidas em séries limitadas (e, portanto, com valores menores) –, reforça o coro. “Quando um arquiteto nos aborda para trazer um cliente, pedimos para participar. Gostamos de ver os projetos, saber mais sobre esses moradores. Adoramos quando podemos contribuir e ensinar sobre os artistas. Estimulamos essa compra consciente”, conta. O arquiteto Marcelo Salum, por sua vez, prefere sair um pouco desse circuito e ir direto à fonte: sempre que pode, leva seus clientes aos ateliês dos criativos. Inspirado pelas mais diversas manifestações artísticas, Salum considera que essa etapa é uma das mais prazerosas do trabalho e, quando bem realizada, pode transformar um projeto. “O belo é relativo, mas eu costumo comparar com a moda. Um vestido bonito precisa vir acompanhado de um belo acessório, uma boa maquiagem e um cabelo bem-feito. O mesmo acontece na arquitetura. Uma arquitetura excelente pode ser destruída com uma produção malfeita. Mas uma arquitetura ruim pode melhorar bastante com uma boa produção”, diz. Sempre atento aos novos talentos do mercado, ele revela seus favoritos do momento: a dinamarquesa radicada no Brasil Mai-Britt Wolthers, a paulista Mariana Palma e o gaúcho Fernando Lindote.
[ad_2]
Fonte: Casa Vogue

