Arquitetura
Casa com uma Cobertura Invertida / fala

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Dentro de uma implantação definida, emerge uma figura inesperada. A cobertura inclinada da casa suburbana é invertida — de um lado curva, do outro recta — criando uma silhueta singular que desafia a monotonia do bairro. O volume assemelha-se a uma caixa explodida sobre um embasamento translúcido.


Cada superfície vertical ou inclinada tem a sua cor, cuidadosamente escolhida. Portadas azuis e verdes escondem os vãos e prolongam uma linguagem de colagem sobre o pano branco das fachadas. Janelas redondas e quadradas compõem três elevações distintas — umas parecem rostos, outras bichos imaginários.

No interior, a estrutura afasta-se das paredes: cinco delgadas colunas verdes atravessam os espaços, interrompem percursos e afirmam presença — uma delas, na cobertura, já sem função. O piso térreo abre-se ao jardim e liga-se ao escritório no andar superior. A complexidade do espaço resulta de vazios duplos, desvios nas paredes, colunas em betão e um tecto suavemente inclinado.

A casa constrói-se por superfícies: rectas, dobradas, curvas ou inclinadas, em betão, mármore ou tijolo de vidro. Sobrepõem-se, intersectam-se, cobrem. As colunas perfuram esse sistema com gesto gráfico. A casa é simultaneamente uma figura clara e um corpo interrompido.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Estúdio em Gushichan / Studio Cochi Architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Este edifício é a nova sede do nosso escritório de arquitetura e da nossa oficina de carpintaria. Por que nós, um escritório de arquitetura, decidimos criar uma oficina de marcenaria? Em Okinawa, tornou-se comum que muitos edifícios comerciais utilizem estruturas de concreto armado combinadas com caixilhos de alumínio. No entanto, em grande parte de nossos projetos, optamos por projetar e instalar caixilhos de madeira nas aberturas — elementos com os quais as pessoas entram em contato direto no cotidiano e que influenciam significativamente a qualidade do espaço.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

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