Uso de pontos
O que são pontos no contexto de serviços?
Os pontos, em um contexto de serviços, referem-se a unidades de medida ou indicadores que ajudam a quantificar e avaliar a qualidade de um serviço prestado. Eles podem ser utilizados para mensurar a satisfação do cliente, a eficiência operacional e a eficácia das estratégias de marketing. A utilização de pontos permite que as empresas tenham uma visão clara sobre o desempenho de seus serviços e possam tomar decisões mais informadas.
Importância do uso de pontos na avaliação de serviços
O uso de pontos na avaliação de serviços é crucial, pois fornece uma forma objetiva de medir resultados. Ao atribuir pontos a diferentes aspectos de um serviço, como atendimento ao cliente, tempo de resposta e qualidade do produto, as empresas podem identificar áreas que necessitam de melhorias. Essa abordagem orientada por dados ajuda a alinhar as expectativas dos clientes com a realidade dos serviços oferecidos.
Como implementar um sistema de pontos eficaz
Para implementar um sistema de pontos eficaz, é essencial definir critérios claros e relevantes que serão avaliados. Esses critérios devem ser alinhados com os objetivos da empresa e as expectativas dos clientes. Além disso, é importante treinar a equipe para que todos compreendam como o sistema funciona e como podem contribuir para a melhoria contínua dos serviços, utilizando os pontos como uma ferramenta de feedback.
Uso de pontos para fidelização de clientes
O uso de pontos também pode ser uma estratégia poderosa para a fidelização de clientes. Programas de pontos que recompensam clientes por suas compras ou interações com a marca incentivam a lealdade e aumentam a retenção. Ao acumular pontos, os clientes se sentem valorizados e motivados a continuar utilizando os serviços, o que pode resultar em um aumento significativo nas vendas e na satisfação do cliente.
Pontos como ferramenta de marketing
Os pontos podem ser utilizados como uma ferramenta de marketing eficaz. Campanhas que oferecem pontos em troca de ações específicas, como compartilhamento nas redes sociais ou avaliações de produtos, podem aumentar o engajamento e a visibilidade da marca. Essa estratégia não apenas atrai novos clientes, mas também reforça a relação com os clientes existentes, criando um ciclo positivo de interação e recompensas.
Desafios no uso de pontos
Embora o uso de pontos traga muitos benefícios, também existem desafios a serem considerados. Um dos principais desafios é garantir que o sistema de pontos seja percebido como justo e transparente pelos clientes. Se os clientes sentirem que os pontos são difíceis de ganhar ou que as recompensas não são valiosas, isso pode levar à insatisfação. Portanto, é fundamental monitorar e ajustar o sistema conforme necessário para manter a confiança dos clientes.
Exemplos de uso de pontos em serviços
Vários setores utilizam o sistema de pontos para melhorar seus serviços. Por exemplo, companhias aéreas frequentemente oferecem milhas que podem ser trocadas por passagens ou upgrades. Restaurantes podem implementar programas de fidelidade onde os clientes acumulam pontos a cada refeição, que podem ser trocados por descontos ou refeições gratuitas. Esses exemplos mostram como o uso de pontos pode ser adaptado a diferentes contextos e necessidades.
A importância da comunicação sobre o uso de pontos
A comunicação clara sobre o uso de pontos é essencial para o sucesso de qualquer programa. As empresas devem garantir que os clientes entendam como o sistema funciona, quais são os benefícios e como podem acumular e utilizar seus pontos. Informações transparentes e acessíveis ajudam a aumentar a adesão ao programa e a satisfação do cliente, além de minimizar confusões e frustrações.
Futuro do uso de pontos em serviços
O futuro do uso de pontos em serviços parece promissor, com a crescente digitalização e a personalização das experiências do cliente. Tecnologias como inteligência artificial e big data estão permitindo que as empresas criem sistemas de pontos mais sofisticados e adaptados às preferências individuais dos clientes. Isso pode resultar em uma experiência mais envolvente e gratificante, aumentando ainda mais a lealdade e a satisfação do cliente.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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