Wangari Maathai (Paz, 2004)
Wangari Maathai: Uma Vida Dedicada à Paz
Wangari Maathai, uma renomada ativista ambiental e política queniana, é amplamente reconhecida por seu trabalho em prol da paz e da sustentabilidade. Em 2004, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz, tornando-se a primeira mulher africana a ser agraciada com essa honraria. Sua luta incansável pela justiça social e ambiental a posicionou como uma figura emblemática no movimento ambientalista global.
O Movimento Cinturão Verde
Um dos legados mais significativos de Wangari Maathai é o Movimento Cinturão Verde, fundado em 1977. Este projeto visa plantar árvores, restaurar ecossistemas degradados e empoderar mulheres através da educação e do trabalho. O movimento não apenas combate a desflorestação, mas também promove a conscientização sobre a importância da preservação ambiental, refletindo a visão de Maathai de que a paz e a sustentabilidade estão interligadas.
Impacto Social e Ambiental
Através de suas iniciativas, Wangari Maathai demonstrou que a proteção do meio ambiente é fundamental para a promoção da paz. Ela acreditava que a degradação ambiental leva a conflitos e instabilidade social. Seu trabalho ajudou a plantar mais de 51 milhões de árvores na África, contribuindo para a recuperação de áreas devastadas e melhorando a qualidade de vida das comunidades locais.
Educação e Empoderamento Feminino
Wangari Maathai sempre enfatizou a importância da educação, especialmente para as mulheres. Ela acreditava que, ao educar mulheres e meninas, era possível criar uma base sólida para a mudança social. O empoderamento feminino é um dos pilares do Movimento Cinturão Verde, que incentiva as mulheres a se tornarem líderes em suas comunidades, promovendo a sustentabilidade e a paz.
Reconhecimento Internacional
O trabalho de Wangari Maathai transcendeu fronteiras, recebendo reconhecimento internacional. Além do Prêmio Nobel da Paz, ela foi homenageada com diversos prêmios e distinções, incluindo o Prêmio da Paz da ONU. Sua voz poderosa e sua determinação em lutar por um mundo mais justo e sustentável continuam a inspirar ativistas em todo o mundo.
Legado Duradouro
O legado de Wangari Maathai é palpável em várias iniciativas ambientais e sociais que continuam a prosperar. Sua filosofia de que “não podemos proteger o meio ambiente sem proteger as pessoas” ressoa em muitos projetos contemporâneos. O impacto de seu trabalho é visível não apenas na África, mas em todo o mundo, onde suas ideias sobre sustentabilidade e paz continuam a influenciar políticas e práticas.
Publicações e Escritos
Wangari Maathai também foi uma autora prolífica, escrevendo vários livros que abordam temas como meio ambiente, direitos humanos e a interconexão entre a paz e a natureza. Suas obras, como “O Despertar de Uma Mulher” e “A Árvore da Vida”, oferecem uma visão profunda de sua filosofia e experiências, servindo como guias para futuras gerações de ativistas.
Desafios e Conflitos
Apesar de seus muitos sucessos, Wangari Maathai enfrentou desafios significativos ao longo de sua vida. Ela foi alvo de ameaças e perseguições por suas opiniões e ações, especialmente em relação à exploração de recursos naturais no Quênia. No entanto, sua coragem e resiliência a tornaram uma defensora ainda mais forte da paz e da justiça ambiental.
Influência na Política Queniana
Wangari Maathai também teve um papel ativo na política queniana, servindo como membro do parlamento e como assistente do ministro do meio ambiente. Sua presença na política ajudou a trazer questões ambientais para o centro do debate público, promovendo a ideia de que a proteção do meio ambiente é essencial para o desenvolvimento sustentável do país.
Wangari Maathai e a Nova Geração
O impacto de Wangari Maathai continua a ser sentido nas novas gerações de ativistas e líderes ambientais. Sua vida e trabalho inspiram jovens em todo o mundo a se envolverem em causas sociais e ambientais, promovendo a ideia de que todos têm um papel a desempenhar na construção de um futuro mais sustentável e pacífico.
Arquitetura
Residências La Cunka / Galetto estudio

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Situadas nas Sierras Chicas de Córdoba, com vistas ao Lago Los Molinos, nas proximidades de uma pequena aldeia de montanha chamada Potrero de Garay. O projeto parte da necessidade de habitar a encosta leste de uma montanha; uma experiência tanto temporal, esporádica e concisa, quanto intensa.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Fonte Velha / Martins Pimenta – Arquitetura e Construção

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada em Matosinhos, a Casa da Fonte Velha é resultado de uma abordagem cuidadosa para criar um lar familiar contemporâneo que valoriza a convivência. Este projeto, destinado a um casal jovem com três filhos, enfoca a harmonia entre os espaços de convívio e a facilidade de receber amigos e familiares.

Fonte: Archdaily
Tecnologia
Após ensaio, Nasa decide tentar lançar missão lunar Artemis 2 só em março
(FOLHAPRESS) – A Nasa tentará em março lançar a missão Artemis 2, cujo objetivo é levar humanos em uma viagem ao redor da Lua. A agência tomou a decisão após o ensaio concluído nesta terça-feira (3) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos.
Antes, havia a possibilidade de voo ainda neste mês, entre os dias 6 e 8 ou nos dias 10 e 11.
Porém, decidiu-se esperar até o mês que vem para que as equipes possam avaliar melhor os dados deste primeiro ensaio, também chamado de “wet dress”, a Nasa decidiu passar a mirar as janelas de lançamento do mês que vem.
O primeiro dia da janela de lançamento em março é o dia 6. O calendário inclui os dias 7, 8, 9 e 11. Depois, caso também não seja possível no próximo mês, há datas possíveis em abril -1º, de 3 a 6 e 30.
Antes de qualquer tentativa de lançamento, a Nasa ainda pretende realizar um segundo “wet dress”, que em linhas gerais consiste em uma simulação de lançamento com diversos testes com o foguete SLS e a cápsula Orion já na plataforma de lançamento.
Segundo a Nasa, neste primeiro teste, por exemplo, houve o abastecimento do foguete para avaliar possíveis problemas.
Com a mudança de janela, a agência afirmou que Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen vão ser liberados da quarentena em Houston. O quarteto estava isolado desde o dia 21 de janeiro para garantir que não houvesse exposição a doenças que pudessem comprometer a missão.
Eles devem entrar em isolamento novamente em torno de duas semanas antes da próxima janela de lançamento. Quando enfim embarcarem na viagem lunar eles se tornarão os primeiros seres humanos a deixar a órbita da Terra desde a missão Apollo 17, em dezembro de 1972.
Fontes: Notícias ao Minuto
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes

