Arquitetura
Plano Cabana de Bambu: Bolinho de Arroz / Cheng Tsung FENG Design Studio

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. O artista taiwanês Cheng Tsung Feng desenvolveu o “Plano Cabana de Bambu”, uma série de obras arquitetônicas em pequena escala construídas principalmente com bambu, inspiradas nos modos tradicionais de embrulhar alimentos. A primeira instalação do projeto, intitulada Plano Cabana de Bambu: Bolinho de Arroz, está localizada ao longo de uma trilha em meio a uma floresta de bambu no distrito de Lugu, no condado de Nantou. A estrutura oferece um espaço sombreado de descanso para os caminhantes que passam pelo local.




A forma da cabana remete ao gesto tradicional de embrulhar um bolinho de arroz: duas folhas de bambu são colocadas na palma da mão, recheadas com os ingredientes, e então dobram-se naturalmente sob o peso e o formato da mão, formando uma estrutura curva e envolvente.


Feng traduziu esse processo delicado para a linguagem arquitetônica. Ele dispôs várias tiras de bambu em paralelo, dobrando-as para criar um espaço envolvente. No centro, uma pequena porção é levemente elevada, formando uma minúscula janela. O piso de madeira elevado cria uma fenda e uma sombra entre a estrutura e o solo, conferindo leveza e um aspecto lúdico à cabana. O piso convida os visitantes a sentar, cochilar ou fazer um piquenique em seu interior. No telhado, dois painéis artesanais impermeáveis, de tom âmbar, foram instalados. Sua superfície texturizada difunde a luz e produz um brilho quente e oleoso que remete ao arroz glutinoso, criando uma atmosfera acolhedora e saborosa dentro da estrutura.


Partindo da ideia de embrulho alimentar, a Cabana de Bambu convida as pessoas a entrar em um enorme bolinho de arroz glutinoso — como se estivessem envoltas pelas palmas das mãos e pelas folhas de bambu, num abraço feito de cultura alimentar, memória gustativa e materialidade natural.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


