Arquitetura
Roman Baths of São Pedro do Sul / João Mendes Ribeiro

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O espaço termal romano de S. Pedro do Sul situa-se na margem do rio Vouga, a cerca de 500 metros da nascente de água termal. O edifício, de fundação romana (séc. I d.C), manteve até hoje grande parte da sua estrutura primitiva e encontra-se classificado, desde 1938, como Monumento Nacional. A sua diversificada ocupação ao longo dos séculos ficou marcada por pequenos sinais, que não impediram, no entanto, a prevalência da estrutura romana inicial, mantendo-se ainda grande parte das paredes e o arranque das coberturas da época romana. O projecto de valorização, reabilitação e conservação teve como base a recuperação do edifício, propondo a intervenção mínima necessária para a sua utilização e correcta percepção. A recuperação das características mais marcantes do ambiente do período romano foi trabalhada a partir da escala, da luz e da presença da água.


No volume a nascente procurou-se repor as dimensões originais do espaço, bem como os sistemas construtivos e os materiais tradicionais. Recuperou-se ainda a geometria da fachada, nomeadamente a métrica de cheios e vazios, através da reconstrução criteriosa das paredes.

A poente, no edifício de origem romana, optou-se por manter a ideia de ruína, trabalhada quer como vestígio arqueológico, quer como matéria expositiva. A sugestão da forma e da escala do espaço romano é dada pela reposição da altura original do edifício, bem como pela construção de uma abóbada em tijolo que segue a configuração da abóbada romana original, marcada nas paredes de topo. A nova abóbada destaca se das estruturas existentes, suspensa a partir da cobertura e sem tocar nas paredes romanas. O ambiente luminoso original das termas romanas é recuperado com a introdução de luz zenital, através de um lanternim inclinado a sul, captando a maior quantidade possível de luz para o interior.

No exterior, o tanque de água fria e a piscina natatio foram recuperados e a natatio revestida com opus signinum, à semelhança do período romano. A reconstrução do corpo nascente do edifício foi feita de forma a não tocar no limite original da natatio, trabalhando em balanço e criando um desnível no interior da recepção.





De acordo com as sondagens arqueológicas, desenvolvidas pela arqueóloga Helena Frade, existiam evidências de um peristilo que circundava a natatio, que originou o desenvolvimento de um projecto de montagem das colunas, fragmentadas e dispersas pelo terreno, desenvolvido por João Gomes da Silva. A montagem foi baseada num inventário de todos os elementos existentes, utilizando o processo de anastylosis e a proporção e êntase do cânone proposto por Vignola, completada por novos elementos que, de acordo com a Carta de Atenas, se destacam dos existentes. Complementarmente ao peristilo, foi acrescentado um muro que acentua a entrada no peristilo.



A importância da água no edifício termal é resgatada, voltando a ser o elemento central do espaço. Esta recuperação é feita na tentativa de recriar a atmosfera termal romana, imprescindível para a compreensão e leitura do espaço. O sistema de captação e condução da água é recuperado, permitindo que exista um circuito hidráulico por todo o edifício, associado a uma ideia de percurso, complementado pelo reuso do tanque exterior de água fria e da piscina natatio. A água adquire assim uma conotação lúdica, cruzando-se com a história e a gravidade do edifício pré-existente, numa nova leitura baseada em relações visuais e auditivas, indiciando percursos ou antevendo espaços.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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