Base
O que é Base?
A Base é um conceito fundamental que se refere à estrutura ou fundamento sobre o qual algo é construído. No contexto de serviços, a Base pode ser entendida como o conjunto de princípios, processos e recursos que sustentam a operação de uma empresa. É essencial para garantir a eficiência e a eficácia na entrega de serviços, permitindo que as organizações se destaquem em um mercado competitivo.
Importância da Base em Serviços
A Base em serviços é crucial para a criação de uma experiência positiva para o cliente. Quando uma empresa possui uma Base sólida, ela consegue oferecer serviços de qualidade, atender às expectativas dos clientes e, consequentemente, fidelizá-los. Além disso, uma Base bem definida ajuda a otimizar processos internos, reduzindo custos e aumentando a produtividade.
Elementos da Base de Serviços
Os elementos que compõem a Base de serviços incluem tecnologia, pessoal, processos e infraestrutura. A tecnologia é a ferramenta que permite a automação e a eficiência, enquanto o pessoal é responsável pela execução dos serviços. Os processos definem como as atividades são realizadas, e a infraestrutura fornece o suporte físico necessário para a operação. Juntos, esses elementos formam a Base que sustenta a entrega de serviços de qualidade.
Como Construir uma Base Sólida
Construir uma Base sólida requer planejamento estratégico e investimento em recursos. É importante realizar uma análise detalhada das necessidades do mercado e das expectativas dos clientes. A partir daí, as empresas devem desenvolver processos claros e treinar sua equipe para garantir que todos estejam alinhados com os objetivos organizacionais. A tecnologia também deve ser escolhida com base nas necessidades específicas do serviço oferecido.
Base e Inovação em Serviços
A inovação é um aspecto vital que deve ser integrado à Base de serviços. As empresas que buscam se destacar no mercado precisam estar dispostas a adaptar e atualizar sua Base constantemente. Isso pode incluir a implementação de novas tecnologias, a revisão de processos ou a capacitação contínua da equipe. A inovação não apenas melhora a Base, mas também ajuda a empresa a se manter competitiva e relevante.
Desafios na Manutenção da Base
Manter uma Base eficaz pode apresentar desafios significativos. Mudanças no mercado, evolução das expectativas dos clientes e avanços tecnológicos são fatores que podem impactar a Base de serviços. As empresas precisam estar preparadas para se adaptar rapidamente a essas mudanças, o que pode exigir revisões frequentes em sua estratégia e operações. A resiliência organizacional é, portanto, um componente chave na manutenção de uma Base sólida.
Base e Experiência do Cliente
A experiência do cliente está diretamente ligada à Base de serviços. Uma Base bem estruturada permite que as empresas ofereçam um atendimento mais ágil e personalizado, o que resulta em maior satisfação do cliente. As interações positivas são fundamentais para a construção de relacionamentos duradouros, e a Base serve como o alicerce que possibilita essas interações. Investir na Base é, portanto, investir na experiência do cliente.
Base e Sustentabilidade
A sustentabilidade é um aspecto cada vez mais relevante na construção da Base de serviços. As empresas estão sendo desafiadas a adotar práticas que não apenas atendam às demandas do mercado, mas que também respeitem o meio ambiente e a sociedade. Incorporar a sustentabilidade na Base de serviços pode diferenciar uma empresa no mercado, atraindo clientes que valorizam práticas responsáveis e éticas.
Base e Crescimento Empresarial
Uma Base sólida é um dos principais motores do crescimento empresarial. À medida que as empresas se expandem, uma Base bem estruturada permite que elas escalem suas operações de forma eficiente. Isso significa que, com uma Base forte, as empresas podem aumentar sua capacidade de atendimento, diversificar seus serviços e entrar em novos mercados com mais segurança e eficácia.
Futuro da Base em Serviços
O futuro da Base em serviços está intimamente ligado à transformação digital e às novas expectativas dos consumidores. A tecnologia continuará a desempenhar um papel central na evolução da Base, permitindo que as empresas ofereçam serviços mais personalizados e eficientes. Além disso, a integração de dados e a análise preditiva serão fundamentais para entender as necessidades dos clientes e aprimorar continuamente a Base de serviços.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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