Arquitetura
Habitação Social em Illa Glòries, Barcelona / Vivas Arquitectos + Pau Vidal

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Plaça de les Glòries Catalanes ocupa uma posição estratégica no tecido urbano de Barcelona, funcionando como ponto de confluência de três das principais artérias da cidade: a Gran Via, a Avinguda Diagonal e a Avinguda Meridiana. Cada uma delas traz consigo dinâmicas urbanas distintas: a Gran Via conecta-se ao litoral e busca promover uma mobilidade que reduz a presença do tráfego motorizado; a Diagonal estrutura o Eixample, articulando a ligação entre o mar e as zonas altas da cidade; enquanto a Meridiana transforma gradualmente seu caráter urbano à medida que se aproxima de Glòries. Além dessas vias, esse nó também integra a histórica estrada de Ribes, concebida como um eixo cívico que privilegia a mobilidade pedonal e ciclística, promovendo a conexão entre bairros e equipamentos urbanos em continuidade com a rua do Clot.

Nesse contexto urbano se insere a Illa Glòries, situada dentro do âmbito da “Superilla” delimitada por Consell de Cent, Castillejos, Bolívia e Independência. O conjunto, regulamentado pelo Plano Especial de Melhoria Urbana (PEMU), é composto por quatro edifícios (peças A, B, C e D) e representa a maior incorporação de habitação social na cidade, com um total de 238 unidades. O Edifício C, com 67 unidades, faz parte dessa intervenção chave para fomentar um modelo urbano mais inclusivo, sustentável e conectado.


Edifício C – A proposta para o Edifício C se fundamenta em critérios de flexibilidade tipológica, sustentabilidade ambiental e coesão social. As habitações apresentam uma tipologia de dupla orientação, acessíveis a partir de passarelas externas que se comunicam com um pátio interior. Essa disposição não só melhora a ventilação cruzada e o aproveitamento solar, mas também facilita a adaptação do edifício a diferentes alturas e condições do entorno imediato. A partir do quinto andar, a ausência da peça B permite reorientar as habitações para o sul e deslocar as passarelas para a fachada norte, otimizando vistas e iluminação solar.

O edifício reforça a dimensão comunitária por meio de amplas áreas comuns e passarelas de conexão, que não apenas servem como elementos de circulação, mas também atuam como espaços de transição entre a habitação privada e o espaço público. Essas passarelas proporcionam uma experiência de acesso mais gradual, favorecendo o encontro entre vizinhos e fomentando o senso de comunidade. Para melhorar a iluminação e ventilação natural do pátio, o volume edificado é interrompido estrategicamente por meio de terraços e galerias, articuladas com cortes verticais e marcenarias móveis que conferem permeabilidade ao conjunto.

As galerias de acesso, concebidas como espaços intermediários, reinterpretam o pavimento coletivo como uma habitação unifamiliar em altura. Situadas no limiar entre o espaço doméstico e a rua, essas galerias oferecem benefícios funcionais, sociais e climáticos. Atuando como filtros térmicos e luminosos, adaptam-se ao ciclo sazonal: abertas e ventiladas no verão, colaboram com o resfriamento natural; fechadas no inverno, capturam calor por meio do efeito estufa, melhorando o conforto térmico sem recorrer a sistemas mecânicos. Além disso, estendem o uso doméstico para o exterior, enriquecendo a qualidade espacial da habitação. Esse limiar habitável transforma o acesso em uma experiência climaticamente eficiente e socialmente ativa, reforçando a autonomia do lar dentro de uma estrutura coletiva.


Desde uma perspectiva compositiva, o edifício se estrutura em faixas horizontais —térreo, passarelas, espaços comunitários e aberturas — em contraste com a verticalidade dos vazios interiores, gerando um diálogo formal com o restante do conjunto arquitetônico.

A solução construtiva aposta em uma fachada construída a seco com alto grau de pré-industrialização, minimizando o impacto ambiental. A estrutura é resolvida com lajes e pilares de concreto armado. O edifício conta com um subsolo destinado ao estacionamento, térreo e nove andares com sete habitações por andar, além de dois níveis adicionais na fachada da Gran Via, totalizando onze andares. O design incorpora sistemas de energia renovável, como aerotermia centralizada e painéis fotovoltaicos na cobertura, garantindo elevados padrões de eficiência energética e um funcionamento próximo ao consumo quase nulo (NZEB).

Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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