Arquitetura
No interior paulista, a antiga casa da escritora Hilda Hilst reabre ao público | Lazer e cultura
“Fizemos uma pesquisa histórica e uma escuta sensível do lugar e da obra de Hilda para entender o que enaltecer daquele universo todo. Chegamos a uma intervenção mínima, mais conservativa, respeitando a estrutura e os materiais originais”, relata a arquiteta Mariana Falqueiro, da Tapera Arquitetura e Patrimônio Cultural, autora do projeto, que chegou a morar na residência durante a reforma, iniciada em 2024 e concluída em agosto deste ano. Toda a infraestrutura elétrica e hidráulica foi renovada, assim como forros (do tipo saia-e-camisa, em estilo colonial) e telhado. Portas, janelas, volumetria original, pátio interno e o piso cerâmico foram conservados, ao contrário de antigos muros existentes no terreno, retirados para desbloquear vistas e a circulação. Na área externa, o jardim biodiverso ganhou caminhos acessíveis, e as espécies arbóreas (cerca de 500) foram catalogadas, podadas e tratadas. Já a edícula, que antes servia aos canis – Hilda amava cães, resgatava-os das ruas e chegou a ter mais de 100 deles – foi reconfigurada, abrindo-se para o jardim e a morada principal, e recebeu uma nova cozinha, suíte com acessibilidade, bar para eventos e varandas feitas com tijolos retirados das ruínas dos canis (estas, restauradas para ocupações culturais, por meio de um projeto que captou 500 mil reais via Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo).
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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Arquitetura
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