Arquitetura
Casa FP / Estúdio Cacau

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- Área:
242 m²
Ano:
2021

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto consiste na reforma completa de uma casa da década de 1970, localizada na tradicional W3 Sul, em Brasília. A residência foi escolhida como novo lar por uma família composta por um casal, dois filhos e dois gatos. A principal demanda apresentada ao Estúdio Cacau era transformar a casa original — escura, compartimentada e pouco ventilada — em um espaço leve, integrado, iluminado e cheio de vida.


As casas da W3 seguem uma tipologia padronizada: dois pavimentos geminados, com planta estreita e profunda (aproximadamente 8 x 30 m), o que geralmente resulta em fachadas iluminadas, porém ambientes centrais sem iluminação natural ou ventilação cruzada. Por esse motivo, vãos nas lajes eram indicados para criação de ´fossos´ de ventilação e iluminação.


Eixo Verde e Luz como Partida de Projeto. O partido inicial do Estúdio Cacau foi a criação de dois vãos centrais, que funcionam como pátios internos e formam o eixo principal do projeto. Esses jardins internos passaram a organizar toda a dinâmica da casa: além de proporcionarem ventilação e iluminação naturais aos espaços centrais, oferecem conforto ambiental e qualidade estética ao cotidiano dos moradores.

Integração e Fluxo Contínuo. A planta foi reorganizada de forma a refletir o estilo de vida da família: social, acolhedor e dinâmico. Evitou-se a compartimentação desnecessária — os espaços são amplos, integrados e permeáveis ao olhar e à luz. Um antigo quarto de serviço foi transformado em garagem; ao ser espelhada em planta, essa nova configuração liberou a entrada principal da casa, criando uma transição fluida entre o exterior e o interior. A sala de estar é o primeiro ambiente de recepção, ampla e confortável. Dela, é possível enxergar toda a extensão da casa até o jardim dos fundos, reforçando a noção de transparência e continuidade.


Coração da Casa: Cozinha integrada e Painel Artístico. A cozinha, como centro da casa, está integrada com o restante dos espaços, possibilitando esse uso social e familiar. Sua configuração prática e sua integração com a área de serviço facilitam a rotina da casa. A área possui, além de um lindo painel de azulejos do artista João Henrique, abertura superior do vão para aproveitar sol e ventilação. No entanto, uma cobertura retrátil possibilita a área ser coberta ou descoberta segundo conveniência.


Jardim Posterior e Espaço de Lazer. Nos fundos, o jardim posterior (considerado originalmente a fachada principal, segundo o plano de tombamento da cidade) foi ressignificado como área de lazer a céu aberto. Grandes portas de correr integram a sala a esse jardim, onde estão a piscina (desejo de toda a família), a churrasqueira e um pequeno gramado. O portão que conecta esse espaço à faixa pública verde da W3 foi projetado para permitir total abertura quando desejado, borrando os limites entre o privado e o coletivo.

Acima da churrasqueira as arquitetas propuseram um ´clubinho´ para ser usado pelas crianças, sonho de qualquer pequeno cliente. O espaço também acolheu uma das paixões da família: o grafite. Além de ocuparem o clubinho com um mural feito por eles, os pequenos convidaram, com o apoio dos pais, o artista Gurulino, conhecido na cena urbana de Brasília, para intervir com uma pintura mural na parede da escada principal.

Arquitetura Afetiva: Detalhes e Permanências. A escada original, em mármore branco, foi mantida como um elemento de memória. Para valorizá-la, pequenas claraboias foram abertas no teto, iluminando tanto o mural quanto a circulação vertical. O uso de elementos telados vazados brancos aparece como recurso multifuncional e versátil ao longo do projeto: funciona como fechamento leve, barreira de segurança, filtro visual ou estrutura para vegetação trepadeira.

Pavimento Superior: Luz e Intimidade. No segundo pavimento, a planta segue organizada em torno dos jardins internos, beneficiando todos os ambientes com luz natural. O quarto interno, antes escuro, ganhou uma charmosa varandinha com rede, de uso comum. Os banheiros infantis foram completamente reconfigurados, com nova distribuição, revestimentos coloridos e iluminação zenital. Já o banheiro da suíte do casal foi integrado ao quarto, mantendo a banheira original posicionada onde antes havia uma varanda. Uma escada metálica dá acesso à laje de cobertura, hoje utilizada como mirante e espaço contemplativo pela família.


Fachada: Cores, Texturas e Vegetação. A materialidade da fachada combina tijolinho aparente, concreto, estruturas metálicas e vegetação exuberante. Os tons de azul e laranja aparecem pontualmente, trazendo alegria e identidade à edificação. Essa composição se tornou uma marca do projeto — ao mesmo tempo sutil e memorável —, refletindo a personalidade vibrante e acolhedora dos moradores.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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