Arquitetura
Ateliê de Costura / Atelier 77 + Matéria Base

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizado no bairro histórico de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, este ateliê de costura ocupa um platô contornado por uma contenção de pedras, construída há mais de 200 anos, de acordo com relatos locais. Essa estrutura pré-existente estabelece o partido arquitetônico, funcionando tanto como delimitação física quanto suporte estrutural para a nova intervenção.


Esta pequena arquitetura incorpora técnicas e materiais que partem do reaproveitamento e concorrem com a história e com as marcas daquele lugar, proporcionando um ambiente confortável, luminoso e ventilado, alinhado às necessidades específicas do trabalho artesanal realizado no espaço. Painéis de concreto ciclópico e madeira são os elementos de composição das estruturas e integração harmônica com o contexto histórico e local, dialogando com o muro existente e formando fechamentos que trazem resistência estrutural e identidade plástica. Telhas termoacústicas e uma claraboia, iluminando uma antiga fonte recuperada na parede de pedra, acentuam a possibilidade da coexistência entre memória histórica, o artesanato, o fazer ancestral e as inovações construtivas.


Portas reutilizadas e esquadrias de madeira, compostas por folhas de vidro temperado, compõem a fachada cuja aberturas foram pensadas com a intenção de privilegiar as melhores visadas do bairro histórico e o enquadramento da paineira pré-existente do terreno. Tábuas de madeira utilizadas inicialmente nas formas dos painéis de concreto ciclópico foram reaproveitadas nos fechamentos dos oitões, reforçando a coerência material e o respeito ao contexto construtivo existente. Com o objetivo de abrigar as atividades de um ateliê de costura, o espaço interno, com 40m2, foi concebido para integrar a área de trabalho e suas ferramentas às aberturas que asseguram ventilação cruzada e luz natural indireta. Na iluminação artificial, foram instalados trilhos com luminárias articuladas que se adaptam conforme o uso.



Este projeto se destaca pelo equilíbrio entre respeito à memória, inovação técnica e diretrizes construtivas para reutilização de materiais, criando assim um espaço único que fortalece a identidade local e promove práticas que prezamos tanto em nossos trabalhos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
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