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“Há algo nas bolinhas que transmite diversão, charme nostálgico, uma referência a Kusama”, diz Chloe Willis, da Sibyl Colefax & John Fowler. Defendendo o que poderia ser chamado de abordagem ‘anti-perfeita’ para as bolinhas, a irregularidade se torna uma virtude, e não uma falha. “Prefiro quando as bolinhas têm uma leve oscilação, uma forma mais orgânica, pontos maiores ou menores, em vez dos círculos perfeitos que normalmente associamos a roupas infantis.” Essa abordagem sugere que as aplicações mais sofisticadas de bolinhas abraçam o toque humano, afastando-se da repetição perfeita das máquinas e aproximando-se de algo mais orgânico e emocionalmente envolvente.
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Fonte: Casa Vogue

