Composto
O que é Composto?
O termo “Composto” refere-se a uma combinação de elementos que, juntos, formam uma nova entidade com características distintas. No contexto de serviços, um composto pode se referir a pacotes de serviços que são oferecidos em conjunto, proporcionando uma solução mais abrangente para os clientes. Essa abordagem permite que as empresas atendam melhor às necessidades dos consumidores, oferecendo uma experiência mais integrada e eficiente.
Tipos de Compostos em Serviços
Existem diversos tipos de compostos no setor de serviços. Um exemplo comum é o composto de marketing, que inclui elementos como produto, preço, praça e promoção. Outro exemplo é o composto de serviços, que pode incluir atendimento ao cliente, suporte técnico e serviços pós-venda. Cada um desses componentes é essencial para criar uma oferta de serviços coesa e atraente para o mercado.
Importância do Composto de Serviços
A criação de um composto de serviços eficaz é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Um bom composto não apenas atrai clientes, mas também os mantém satisfeitos e leais à marca. Isso se dá porque um composto bem estruturado atende às expectativas dos consumidores, oferecendo soluções que realmente resolvem seus problemas e necessidades.
Como Montar um Composto Eficiente
Montar um composto eficiente envolve entender profundamente o público-alvo e suas necessidades. É crucial realizar pesquisas de mercado para identificar quais serviços são mais valorizados pelos clientes. Além disso, a combinação de serviços deve ser pensada de forma a maximizar a sinergia entre eles, garantindo que a oferta seja percebida como um todo valioso e não apenas como a soma de partes isoladas.
Exemplos de Compostos de Sucesso
Um exemplo clássico de composto de sucesso é o pacote de serviços de telecomunicações, que combina internet, telefonia e TV por assinatura. Outro exemplo é o composto de serviços de empresas de turismo, que oferecem pacotes que incluem transporte, hospedagem e passeios. Esses compostos são atraentes porque oferecem conveniência e economia para os consumidores.
Desafios na Criação de Compostos
Criar um composto de serviços não é isento de desafios. Um dos principais obstáculos é garantir que todos os componentes do composto funcionem bem juntos. Além disso, é importante evitar a sobrecarga de serviços, que pode confundir os clientes e diluir a proposta de valor. A comunicação clara e eficaz é essencial para que os consumidores compreendam os benefícios do composto oferecido.
O Papel da Tecnologia no Composto
A tecnologia desempenha um papel crucial na criação e na gestão de compostos de serviços. Ferramentas de automação e análise de dados permitem que as empresas personalizem suas ofertas e melhorem a experiência do cliente. Além disso, plataformas digitais facilitam a integração de diferentes serviços, tornando mais fácil para os consumidores acessarem tudo o que precisam em um só lugar.
Mensuração da Eficácia do Composto
A mensuração da eficácia de um composto de serviços é fundamental para entender seu desempenho no mercado. Indicadores como satisfação do cliente, taxa de retenção e retorno sobre investimento (ROI) são essenciais para avaliar se o composto está atingindo seus objetivos. A coleta de feedback dos clientes também é uma prática recomendada, pois fornece insights valiosos sobre como o composto pode ser aprimorado.
Futuro dos Compostos de Serviços
O futuro dos compostos de serviços está intimamente ligado às mudanças nas expectativas dos consumidores e às inovações tecnológicas. À medida que os clientes se tornam mais exigentes, as empresas precisarão adaptar seus compostos para atender a essas novas demandas. Além disso, a personalização e a experiência do usuário serão cada vez mais importantes na definição do sucesso de um composto de serviços.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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