Arquitetura
Estas são as cores do ano de 2026 da Suvinil | Marcas Parceiras
Chegou o momento de conhecer as cores escolhidas pela Suvinil para representar o próximo ano. Em Co(R)existir, estudo de tendências que explica a ciência por trás da escolha, a marca apresenta Tempestade, um rosa acinzentado dramático, e Cipó da Amazônia – um verde-amarelado fresco que nos conecta à natureza.

Fruto de uma pesquisa que compreende diversos campos sociais e comportamentais, Co(R)existir exibe quatro paletas distintas, cada uma batizada com um sentimento. A diretora criativa e pesquisadora de tendências da Suvinil, Bruna Galliano, explica: “Mapeamos o que estamos sentindo como humanidade e depois afunilamos isso para o Brasil. Com esses dados em mãos, começamos a pensar em cores. Em 2025 falamos muito sobre o coletivo e, para 2026, vimos que precisávamos pensar no individual. Assim chegamos a Sentir, Respirar, Brincar e Criar”.


Sentir é composta por vermelhos que vão desde os escuros, caso de Café Torrado, até os rosados, como Tempestade – e representa as intensidades dos sentimentos, dos bons aos ruins. Já Respirar apresenta cores mais claras e lavadas, como um convite à conexão. Brincar, por sua vez, traz cores pigmentadas e fortes, e Criar apresenta uma nova perspectiva com marrons e beges inspirados em materiais naturais – ela compreende o tom Cipó da Amazônia. “As paletas representam os moods que Bruna foi captando durante a pesquisa. A partir disso começamos a entender o que cada tom significa, onde eles estão no círculo cromático e os interpretamos”, complementa uma das designers responsáveis pela direção criativa do projeto, Nicole Tomazi.


Para Suvinil, a palavra-chave de 2026 é autenticidade, e por isso não há certo ou errado na hora de decorar com as novidades. “Você pode fazer o que você quiser com as cores. Inseri-las na cozinha, no banheiro, na lavanderia ou no quarto. Vai do gosto de cada um”, diz Bruna.

Todo esse mix de emoções e tons foi apresentado ao público na última quinta-feira (23) em um evento no MIS Experience, em São Paulo. Por lá, convidados puderam conhecer quatro espaços imersivos, cada um decorado de acordo com uma paleta diferente, e terminaram a noite no Boteco Suvinil, um espaço pintado com Cipó da Amazônia e Tempestade que reflete a autenticidade da marca e conversa com o estudo deste ano. “A Suvinil está olhando muito para o Brasil. Acreditamos que o boteco traz essa brasilidade, pois ele está presente de Norte a Sul do país. É um espaço diverso que faz parte de nossas memórias e que está na rua, afinal, as tendências vêm desse local”, arremata a gerente de marketing Sylvia Gracia.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Vizinha de Kortney Kardashian e Kevin Costner, mansão na Califórnia é vendida por mais de R$ 200 milhões
Vizinha aos imóveis de personalidades como Kevin Costner e Kourtney Kardashian, uma mansão à beira-mar em Santa Barbara, na Califórnia, nos Estados Unidos, foi vendida por 47 milhões de dólares (R$ 247 milhões, em valores convertidos na cotação atual). A casa está localizada na rua Carpenteria, onde também moram Ashton Kutcher e Mila Kunis.
Arquitetura
Casa no Limite da Planície / Skupaj Arhitekti

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- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Donar, Flos, Ligne Roset, Rex Kralj, TON

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada no limite da planície de Murska Sobota, esta casa unifamiliar é concebida como um pavilhão na paisagem, onde a vida cotidiana se desenrola entre o interior e o jardim. Em vez de se impor ao entorno, a casa se abre para ele.

Fonte: Archdaily
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