Arquitetura
Centro do Patrimônio Cultural Imaterial / GAGAHOHO Architects

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Gwangmyeong, a cidade do Nongak e das canções Seodo (Nongak: música e dança tradicional dos agricultores coreanos) – A cidade de Gwangmyeong é, há séculos, guardiã de importantes patrimônios culturais imateriais de grande valor artístico e histórico. Entre eles destacam-se o Gwangmyeong Nongak — tradição musical camponesa transmitida há mais de 450 anos nas regiões de Soha-dong e Hakon-dong — e as Canções Seodo, um gênero de música folclórica coreana originário das províncias de Hwanghae e Pyeongan, no noroeste da península. Ambas são preservadas e transmitidas por mestres reconhecidos como patrimônios humanos vivos e sediados em Gwangmyeong. Além disso, tradições locais como as Canções de Trabalho de Abang-ri e a Corda de Guerra de Abang-ri ainda permanecem vivas na comunidade, embora não tenham designação oficial como patrimônio cultural.

Por muitos anos, faltou em Gwangmyeong um espaço dedicado ao ensino e à prática das tradições imateriais. A necessidade de um centro estruturado para preservar e fortalecer a cultura tradicional levou à realização de um concurso de projetos para o Gwangmyeong Intangible Cultural Heritage Center (atualmente renomeado como Centro do Patrimônio Cultural Imaterial de Gwangmyeong). Nosso projeto foi selecionado há três anos e o centro foi inaugurado oficialmente em agosto de 2024. Com área total construída de 997,13 m² e um pavimento térreo, o edifício combina de forma harmoniosa elementos tradicionais e contemporâneos. Equipado com sala de espetáculos, salas de ensaio e espaços educativos, o centro é hoje um polo de transmissão cultural, formação e integração comunitária.

Integrando tradição ao Parque Cultural Gi Hyeong-do – O centro está localizado ao lado do Museu Literário Gi Hyeong-do, dentro do Parque Cultural Gi Hyeong-do, que homenageia um dos poetas mais queridos de Gwangmyeong. Conhecido por sua vegetação densa e trilhas tranquilas, o parque é um refúgio muito frequentado pelos moradores. A entrada do centro conecta-se diretamente à trilha de poesia do parque, ampliando a acessibilidade e convidando os visitantes a vivenciarem a cultura em meio à natureza. O paisagismo do projeto se integra de forma contínua ao do parque, criando uma diversidade de experiências visuais e espaciais.

Um espaço para o som, o movimento e a celebração – Desde o início, o desafio de projeto foi responder às limitações do terreno triangular e inclinado, além do ruído da rodovia próxima — sem perder a essência imaterial das artes performáticas coreanas. A edificação se desenvolve horizontalmente, com a sala de apresentações ocupando a extremidade curva do terreno. No coração do edifício está um átrio central, com a sala de espetáculos e suas áreas de apoio à esquerda, e as salas de ensaio, educação e administração à direita. O auditório, com 150 lugares, possui palco semicircular compacto, que intensifica a proximidade e a energia entre artistas e público. Um amplo óculo circular no teto banha o interior de luz natural, reduzindo a sensação de limite espacial e ampliando a experiência arquitetônica mesmo em uma implantação restrita.Um espaço para o som, o movimento e a celebração – Desde o início, o desafio de projeto foi responder às limitações do terreno triangular e inclinado, além do ruído da rodovia próxima — sem perder a essência imaterial das artes performáticas coreanas. A edificação se desenvolve horizontalmente, com a sala de apresentações ocupando a extremidade curva do terreno. No coração do edifício está um átrio central, com a sala de espetáculos e suas áreas de apoio à esquerda, e as salas de ensaio, educação e administração à direita. O auditório, com 150 lugares, possui palco semicircular compacto, que intensifica a proximidade e a energia entre artistas e público. Um amplo óculo circular no teto banha o interior de luz natural, reduzindo a sensação de limite espacial e ampliando a experiência arquitetônica mesmo em uma implantação restrita.


Transformando patrimônio imaterial em arquitetura – O projeto expressa o ritmo do “som (eum)” e o movimento da “dança (mu)”, elementos fundamentais da cultura tradicional coreana. As linhas curvas da cobertura e as paredes externas dinâmicas evocam o giro dos fitilhos do sangmo, o chapéu com fita usado nas apresentações de Nongak. As vigas aparentes reinterpretam a beleza estrutural da arquitetura tradicional coreana em madeira. O revestimento externo em madeira carbonizada foi escolhido por sua transformação natural ao longo do tempo, adquirindo tons cinza prateados que conferem ao edifício uma presença silenciosa e digna. Esse material continua nos ambientes internos, criando continuidade entre interior, exterior e paisagem. Em contraste, a sala de espetáculos é revestida em tijolo aparente, fazendo referência ao vocabulário material do Centro de Arte de Gwangmyeong e reforçando a identidade arquitetônica da cidade. Com o tempo, espera-se que trepadeiras envolvam as paredes, suavizando a massa construída e integrando ainda mais o edifício ao parque ao redor.


“Ehe-ra Manseonida!” — O Espírito da Festa – Agora, o palco está pronto para celebrar as apresentações vibrantes do Gwangmyeong Nongak e das Canções Seodo. Enquanto a música Seodo traduz as alegrias e dores da vida com melodias profundas, o Nongak carrega a energia exuberante das celebrações camponesas após a colheita. A beleza que atravessou gerações vive intensamente nessas tradições imateriais — e cabe a nós preservá-las e transmiti-las. O Centro do Patrimônio Cultural Imaterial de Gwangmyeong nasce como um espaço para sentir, aprender e celebrar os valores atemporais da tradição — um lugar de energia, luz e abundância, como um barco que retorna ao porto carregado de uma pesca generosa.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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