Arquitetura
Restaurante Rubra / Ignacio Urquiza + apda Ana Paula de Alba

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- Área:
536 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Mobiliario: Ana Paula de Alba, Ignacio Urquiza, Rituales Contemporáneos, Unknown (Removed)

Localizado na costa do Pacífico mexicano, Rubra é um restaurante projetado por Ana Paula de Alba e Ignacio Urquiza para a chef Daniela Soto-Innes.

O projeto está situado na península de Punta Mita, em uma das extremidades da baía de Banderas. Para chegar, é necessário percorrer um caminho ladeado por abundante vegetação. Seja a pé, de bicicleta ou em um carrinho de golfe, esse trecho desconecta do contexto urbanizado aqueles que o atravessam, para encontrar, ao final, uma fachada cega que provoca curiosidade sobre o que esconde por trás.

Após atravessar um túnel baixo (de 2,1 metros de altura e 6 de comprimento), chega-se à varanda principal, uma área ampla com vistas para a Sierra Madre Ocidental e para o horizonte marítimo da baía.

Para compor o espaço, foram erguidos volumes de diferentes alturas, formas e dimensões, elementos que definem a estrutura do local e abrigam o programa: cozinha aberta, adega, bares e floreiras. Estas últimas funcionam como estações de serviço, ao mesmo tempo em que formam os bancos.

Com esses volumes, o conjunto se organiza de maneira precisa e estratégica: o arranjo espacial define a composição do edifício e orienta as vistas para o entorno natural, ao mesmo tempo em que oculta as construções vizinhas, criando a sensação de isolamento e contemplação. Essa configuração também favorece a ventilação cruzada, permitindo a entrada da brisa e garantindo conforto térmico de forma natural.



Ao liberar um espaço de 10 por 15 metros, uma ampla cobertura passa a abrigar o conjunto, estruturada por uma retícula pergolada que sustenta treliças de madeira e permite a entrada constante de uma luz difusa ao longo do dia. Alguns volumes — como a adega, o bar e a cozinha aberta — atuam também como elementos estruturais, sustentando a cobertura e projetando sob ela uma sombra densa e equilibrada, que define o ambiente externo coberto.

Quando as condições climáticas tornam necessário, uma fachada deslizante de vidro permite fechar o salão principal, gerando um interior protegido e climatizado que mantém a sensação de estar em um espaço exterior.

Rubra é construído de um único material, e com a ajuda de Pablo Kobayashi na produção do mesmo, o projeto é um monólito monocromático de concreto tingido e texturizado, que representa uma clara alusão à areia. Sua modulação é rígida e precisa, mas as formas são suavizadas pelos cantos arredondados dos volumes, que fazem referência à arquitetura mexicana clássica da costa do Pacífico.

Para acompanhar e vestir a estrutura cor de areia, buscou-se o equilíbrio na paleta de cores com o mobiliário de madeira e os verdes da vegetação. A paisagem interior, conduzida por Thalia Davidoff, integra espécies endêmicas da região, como se cada floreira e jardim trouxesse consigo um fragmento da selva nayarita. O resultado é um ambiente onde os limites entre exterior e interior, entre o natural e o construído, se dissolvem. Surge, assim, a sensação de estar imerso na fronteira tão característica desta costa — a faixa onde a praia encontra a selva e o mar se mistura à terra.

Todos os acessórios foram concebidos especialmente e com um cuidado meticuloso para este projeto. O mobiliário — composto por cadeiras, bancos, mesas, acessórios de mesa e serviço, móveis de armazenamento, cabideiros e outros — foi responsabilidade de Ana Paula e nosso estúdio. A louça, as panelas, as esculturas e outros utensílios foram criados expressamente por um grupo de talentosos designers convidados, como Claire Lippman (CHerie), Nouvel Glass, Mauviel e Carlos Matos.

Dessa forma, o visitante encontra uma experiência culinária única, que inclui desde a distribuição do espaço até o menor detalhe. A vegetação, o mar e a privacidade alcançada se reúnem sob a luz suave e fresca que evocam as coberturas de praia.

Rubra é, assim, uma intervenção discreta, na qual o uso repetido de um único material cria uma arquitetura silenciosa, que consegue suavemente apagar as distrações para viver uma experiência gastronômica única e simples ao mesmo tempo, perfeitamente equilibrada.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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