Data de início
O que é Data de Início?
A Data de Início refere-se ao momento em que um projeto, atividade ou evento é oficialmente iniciado. Este termo é amplamente utilizado em diversos setores, incluindo gestão de projetos, marketing e planejamento estratégico. A definição precisa da Data de Início é crucial para o sucesso de qualquer empreendimento, pois estabelece um marco temporal que orienta todas as etapas subsequentes.
Importância da Data de Início
Definir uma Data de Início clara é fundamental para o planejamento eficaz de qualquer projeto. Ela permite que todos os envolvidos tenham uma compreensão comum sobre quando as atividades devem começar, facilitando a coordenação e a comunicação entre as equipes. Além disso, a Data de Início serve como um ponto de referência para o acompanhamento do progresso e a avaliação do desempenho ao longo do tempo.
Como determinar a Data de Início
A determinação da Data de Início deve levar em consideração diversos fatores, como a disponibilidade de recursos, prazos de entrega e a complexidade das tarefas envolvidas. É importante realizar uma análise detalhada do escopo do projeto e das expectativas das partes interessadas antes de definir essa data. Ferramentas de gestão de projetos, como cronogramas e diagramas de Gantt, podem ser extremamente úteis nesse processo.
Data de Início em Projetos de Marketing
No contexto do marketing, a Data de Início é essencial para o lançamento de campanhas e promoções. Estabelecer uma Data de Início clara ajuda a alinhar as atividades de marketing com outras áreas da empresa, como vendas e atendimento ao cliente. Além disso, permite que a equipe de marketing planeje e execute ações de forma mais eficiente, garantindo que todos os materiais e recursos estejam prontos a tempo.
Impacto da Data de Início no Cronograma
A Data de Início tem um impacto direto no cronograma do projeto. Uma Data de Início bem definida ajuda a criar um cronograma realista, que considera todas as etapas necessárias para a conclusão do projeto. Mudanças na Data de Início podem resultar em atrasos significativos, afetando não apenas o cronograma, mas também o orçamento e a qualidade do trabalho final.
Data de Início e Gestão de Riscos
Na gestão de riscos, a Data de Início é um fator crítico a ser considerado. Um atraso no início de um projeto pode aumentar a probabilidade de riscos, como a falta de recursos ou a pressão para cumprir prazos. Portanto, é essencial realizar uma avaliação de riscos logo após a definição da Data de Início, para que medidas preventivas possam ser implementadas desde o início do projeto.
Documentação da Data de Início
A documentação da Data de Início é uma prática recomendada em qualquer projeto. Essa documentação deve incluir não apenas a data em si, mas também as justificativas para a escolha dessa data e as expectativas em relação ao progresso do projeto. Manter um registro claro e acessível da Data de Início ajuda a evitar mal-entendidos e garante que todos os membros da equipe estejam na mesma página.
Alterações na Data de Início
Alterações na Data de Início podem ocorrer por diversos motivos, como mudanças nas prioridades da empresa ou imprevistos que afetam a disponibilidade de recursos. Quando isso acontece, é crucial comunicar imediatamente a nova Data de Início a todos os envolvidos. Além disso, é importante revisar o cronograma e os planos de ação para garantir que as alterações não comprometam o sucesso do projeto.
Exemplos de Data de Início em Diferentes Setores
Em setores como construção civil, a Data de Início pode ser definida com base em licenças e aprovações necessárias. Já em tecnologia da informação, a Data de Início pode estar relacionada ao início do desenvolvimento de um software. Cada setor possui suas particularidades, mas a importância de uma Data de Início bem definida é uma constante em todos eles.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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