Arquitetura
Reabilitação dos edifícios do Bairro do Cerco do Porto / Virgínio Moutinho Arquitectos + José Gigante Arquitecto

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Descrição enviada pela equipe de projeto. 1 -Resumo
O Bairro do Cerco do Porto foi construído em 1963, no contexto das políticas de habitação social do Estado Novo, e ampliado em 1991, tendo como objectivo realojar populações desfavorecidas que viviam em ilhas e habitações precárias no centro da cidade do Porto. É composto por 34 blocos de habitação social, com 4 a 5 pisos, num total de 892 fogos.

2 – Descrição geral
Situado na parte oriental do Porto, uma área urbana menos desenvolvida, o Bairro sofreu ao longo de décadas problemas de degradação física e isolamento social, o que marcou a sua imagem pública. Mas, se por um lado é considerado um bairro problemático, constitui por outro um exemplo de comunidade com forte coesão e orgulho local.

A “Reabilitação do Edificado Habitacional do Bairro do Cerco do Porto”, foi dividida em 2 conjuntos de intervenções nos edifícios, articuladas entre si, e entregues aos gabinetes de arquitectura de Virginio Moutinho e de José Gigante. Serão complementadas posteriormente por uma ampla operação de arranjos exteriores e paisagismo, com projecto do arquitecto José Manuel Soares.

3 – Conceito. Contexto. Estratégia
A presente obra de reabilitação – surgida na sequência de duas anteriores (finais dos anos 90 e princípios de 2000, ambas projectadas por Virgínio Moutinho), corresponde a uma atitude mais estruturada – envolvendo a requalificação de todos os Blocos de Habitação, tendo como objectivo a melhoria dos elementos comuns dos edifícios, actualizando a imagem do bairro e os níveis de conforto compatíveis com as exigências regulamentares em vigor.

Trata-se sobretudo de uma intervenção centrada na envolvente construtiva dos volumes com uma incursão no espaço interior abrangendo os acessos verticais comuns. Inclui o tratamento do sistema de acessos com controlo por vídeo porteiro, reformulação das infraestruturas técnicas, pavimentação das escadas e patamares, substituição dos corrimãos, bem como a revisão dos tectos e iluminação e a instalação de portas de segurança nas habitações. Em todos os casos, é integralmente mantida a estrutura existente constituída por paredes de alvenaria de granito e lajes de piso de betão armado, factor que concorre para a redução do custo da construção.

4 – Construção. Materiais. Estrutura
A intervenção de Virgínio Moutinho corresponde à reabilitação de 16 edifícios, servidos por escadas articuladas com os fogos. Com os seguintes procedimentos: – Forra térmica de fachadas (sistema ETICS com poliestireno expandido e barramento colorido). – Substituição das caixilharias por sistemas de pvc e vidro duplo termicamente optimizados. – Colocação de grelhas de alumínio para secagem de roupa. – Renovação de coberturas com aplicação de chapa metálica sandwich com isolamento térmico interior e novo sistema pluvial com caleiras e acessórios de zinco.

A intervenção de José Gigante consiste na reabilitação de 18 edifícios, servidos por escadas e galerias abertas. Com os seguintes procedimentos: – Forra de fachadas com tijolo cerâmico à vista, de três cores, caixa de ar com isolamento térmico, e pintura protectora branca no piso inferior (materiais visando durabilidade, também adotados na reposição dos acrescentos preexistentes no r/chão). – Aplicação de caixilharias de alumínio com vidro duplo e de grelhas de aluminio para secagem de roupa. – Renovação de coberturas com manutenção da telha cerâmica, isolamento térmico e substituição de caleiras de zinco.

Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
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