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Quer apagar o cache e os cookies, mas não sabe como? A gente explica

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Cache e cookies são recursos usados pelos navegadores para tornar a navegação mais rápida e personalizada. A cache guarda cópias temporárias de arquivos e páginas acessadas com frequência, acelerando o carregamento. Já os cookies armazenam dados do usuário, como logins e preferências.

Apesar de úteis, esses arquivos podem gerar falhas na navegação, comprometer a privacidade e ocupar espaço no dispositivo. Por isso, especialistas recomendam que sejam apagados regularmente, tanto por segurança quanto para melhorar o desempenho dos navegadores.

O processo é simples: em navegadores como Internet Explorer, Edge, Google Chrome e Firefox, basta pressionar Ctrl + Shift + Delete. O comando abre a janela “Excluir dados de navegação”, onde o usuário pode escolher o período de tempo e confirmar a exclusão.

Notícias ao Minuto © Reprodução  Caso isto não funcione, pode acessar  a página de forma manual.

Google Chrome

Se estiver no Google Chrome terá que ir à barra de ferramentas (os três pontos verticais no canto superior direito da sua tela, mesmo por baixo da cruz).

Notícias ao Minuto © ReproduçãoNessa barra, clique no seu histórico e abra a página. Lá, terá, de novo, a opção para Eliminar dados de navegação.

Notícias ao Minuto © Reprodução  Se pressionar, vai ser direcionado para a mesma página que lhe mostramos acima.

Mozilla Firefox

No Mozilla Firefox, o processo é semelhante.

De novo, vá à barra de ferramentas (que está representada por três linhas horizontais no canto superior direito).

Notícias ao Minuto © ReproduçãoAí aceda ao histórico, onde irá aparecer a opção para Limpar histórico recente. 

Notícias ao Minuto © ReproduçãoSe clicar, irá aparecer a página que irá permitir que apague os recursos de cache e cookies

Notícias ao Minuto © Reprodução  Safari

Caso esteja em um computador Mac, da Apple, comece por clicar no Safari na sua barra de menu no ambiente de trabalho (no lado esquerdo da sua tela). Aí, clique nas Definições. Na nova página, vai selecionar a opção de Privacidade e depois, mais abaixo, em Gerir Dados de Website. Depois, basta clicar em eliminar tudo e eliminar agora para apagar todos os dados.

Microsoft Edge

Por último, no Microsoft Edge, vá ao menu de definições e acesse o seu histórico.

Notícias ao Minuto © Reprodução  Aí vai encontrar um símbolo de caixote do lixo, na parte de cima da tela.

Notícias ao Minuto © Reprodução  Se clicar, vai levá-lo a uma página onde poderá apagar o cache e os cookies.

Notícias ao Minuto © Reprodução

 

The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

Concorrendo em 12 categorias, ‘Clair Obscur: Expedition 33’ lidera a disputa; cerimônia acontece no dia 11 de dezembro e é transmitida no Prime Video

Folhapress | 11:15 – 18/11/2025

 



Fontes: Notícias ao Minuto

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Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano



Fontes: Notícias ao Minuto

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Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026

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Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.

Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.

Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.

“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”

Lucros recordes impulsionados pelo iPhone

A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.

Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.

“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.

Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.

A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.

Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.

Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.

Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.

Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.

Leia Também: Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam



Fontes: Notícias ao Minuto

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Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

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Durante séculos, desde que o Sol foi declarado o centro do sistema solar no século XVI, a sociedade manteve a crença de que qualquer objeto orbitando a estrela brilhante seria considerado um planeta. De Mercúrio a Plutão, todo corpo celeste considerado grande o suficiente foi incluído nessa categoria.

Mas, com o tempo, essa categorização tornou-se confusa, especialmente à medida que ficou claro que nem todos os “planetas” são iguais. A astronomia mudou significativamente desde então, e até mesmo Plutão viu seu status de planeta rebaixado a um mero planeta anão. Mas o que exatamente é isso? E o que é necessário para que um planeta seja incluído nessa categoria? Clique nesta galeria para descobrir.



Fontes: Notícias ao Minuto

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