Arquitetura
Requalificação da Orla do Rio Yangjia – Edifícios Nº 4 / YIIIE Architects

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
1694 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Este projeto corresponde ao Edifício nº 4 da série de pequenas arquiteturas do Lago Arco-Íris, às margens do Rio Yangjia. Ele está localizado no núcleo do Distrito Leste de Alta Tecnologia de Jinan, tendo a Rua Chunhui, que acompanha o Rio Yangjia, como eixo central do novo distrito. Em alinhamento com a diretriz estabelecida para a construção do distrito leste — “fortalecer as instalações de apoio, elevar a qualidade urbana, fomentar a vitalidade da inovação e aprimorar a capacidade de irradiação do desenvolvimento distrital” — o projeto tem como objetivo implantar o Corredor Ecológico do Rio Yangjia, integrado a uma rede de mobilidade lenta.


1. Conceito Geral
Nos projetos de urbanização com componentes comerciais, é comum que edifícios e parques sejam claramente delimitados. Este projeto, porém, reexamina a relação entre a vida pública e o engajamento comercial, orientando-se pelo princípio de “tornar a paisagem visível e criar espaços entre”. A proposta busca diluir as fronteiras entre arquitetura e paisagem natural, explorando como a própria forma arquitetônica pode fomentar uma relação mutuamente benéfica entre a convivência pública e a atividade comercial.



Acreditamos que a arquitetura em parques não é apenas uma extensão do ambiente, mas uma investigação profunda da vida pública. Nesse processo, a arquitetura deixa de existir apenas como espaço físico e passa a incorporar os elementos subjacentes da vida urbana. Esses elementos intangíveis entrelaçam-se com as rotinas cotidianas das pessoas, revelando a lógica autêntica da cidade. O projeto busca tornar esses fios visíveis, convertendo-os em espaços públicos vibrantes.


2. Conceito de Projeto
A forma arquitetônica dialoga com a paisagem à beira d’água por meio de variações lineares e dinâmicas. O edifício é concebido para “fluir”, “estender-se”, “girar” e “abrir-se” conforme a textura natural, interagindo com a topografia da paisagem para ampliar a continuidade e a vitalidade do espaço. Ao romper as fronteiras tradicionais entre arquitetura e ambiente natural, o projeto permite que as áreas verdes do parque colaborem ativamente com seus espaços internos ao longo de todas as estações, oferecendo cenários contínuos para atividades ao ar livre.


3. Operações de Projeto do Edifício Nº 4
O Edifício nº 4 está implantado em um terreno longitudinal em declive, onde um treliçado em placa hiperbólica é utilizado para tornar a experiência da paisagem tangível e ampliá-la. Os corredores alongados criam múltiplos pontos de contato entre o rio, o gramado e os espaços internos, ativando uma variedade de usos e experiências.


Rompendo com a circulação segregada convencional, esses corredores se entrelaçam nos espaços sob os beirais, caminhos de pedestres e passarelas conectadas de forma contínua, ampliando a interação entre arquitetura e paisagem. Seguindo a topografia natural, cruzam-se, convergem e conduzem o fluxo de movimento — levando os visitantes do primeiro para o segundo nível — antes de se projetarem para fora do volume. Nos espaços formados por essas passagens ondulantes e interligadas, a vegetação cria raízes, enquanto o encontro dos percursos compõe um pátio central: um espaço de convivência espontânea.


A forma, moldada pelo terreno e suas ondulações dinâmicas, gera múltiplos fluxos entrelaçados. Esses fluxos servem tanto como espaços transitórios quanto como espaços internos funcionais. Suas interseções esfumaçam as fronteiras tradicionais, criando uma experiência espacial contínua onde as funções comerciais se estendem além do consumo individual para se tornarem uma parte integral da vida pública. Todos esses fluxos convergem sob uma cobertura curva, criando um pórtico espacial que continuamente interage e permeia a paisagem circundante.


4. Corredor em treliça de dupla curvatura
O telhado curvo do projeto, associado a um corredor alongado, impôs desafios significativamente superiores de cálculo estrutural e soldagem em comparação a um telhado plano convencional. A precisão no alinhamento das curvaturas determinou diretamente a suavidade da superfície final. Com quase seis metros de extensão, o corredor de dupla curvatura alcança uma espessura estrutural final de apenas 100 milímetros.



Durante a construção, a TANDD empregou tecnologia de modelagem digital lofting para aprimorar a precisão do corte de painéis com geometrias irregulares. Para o transporte, a equipe desenvolveu estruturas de embalagem personalizadas, garantindo que os doze grandes componentes de dupla curvatura chegassem ao local sem deformações. Na fase de construção, a equipe da TANDD permaneceu em campo para solucionar questões como o posicionamento de componentes não padronizados e sua interseção com a estrutura principal. Vale destacar que todo o processo — desde a incorporação da placa base e a instalação dos pilares de aço até a elevação e montagem da treliça no local — foi concluído em apenas 20 dias.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura7 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


