Arquitetura
Museu Casa do Colecionador / Atelier Data

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
260 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Breve história do edifício: A construção da ermida iniciou-se em 1750 pela ordem dos Franciscanos e foi concluída em 1772 quando a congregação reuniu os fundos necessários para a sua conclusão. Com a extinção das ordens religiosas em 1834 o edifício conheceu diversos usos entre os quais os de uma “venda”. Em 1954 o pai do atual proprietário adquiriu o edifício e em 2002 o seu filho, herda o imóvel. Sobre o destino a dar ao edifício o atual proprietário João Calçada Correia justifica: “Atendendo à história religiosa deste imóvel, e ao facto de ser colecionador de arte, entendi que o melhor destino que lhe poderia dar, seria a sua utilização como museu, dando assim dignidade de utilização ao imóvel.”


Estratégia de projeto: A adequação do edifício a um espaço expositivo resultou numa intervenção que conciliou a preservação e o restauro do edifício pré-existente com a introdução de novas estruturas edificadas que permitiram acomodar as distintas coleções: arte sacra, bengalas e pinturas sobre marfim. Atendendo à excecionalidade do edifício pré-existente: sua grande nave e logradouro a tardoz, o projeto incidiu sobre o desenho de um percurso, simultaneamente expositivo que, numa lógica linear e contínua, organiza o conjunto das três coleções: Na nave principal (fazendo uso das suas paredes e nichos) tem lugar a coleção de Arte Sacra que reforça simbolicamente a génese da construção pré-existente;



A coleção de Bengalas distribui-se ao longo da rampa, elemento que se desenvolve tirando partido da verticalidade do edifício. Este elemento foi pensado como uma promenade que “flutua e se eleva” no espaço para igualmente provocar e instigar no visitante o sentido/propósito da descoberta. Na continuidade deste elemento, já sobre o espaço de logradouro, propõe-se um terceiro corpo – um braço suspenso que recebe a exposição de Pinturas sobre Marfim, rematado por umas escadas helicoidais que nos trazem de regresso ao piso térreo e mais concretamente ao pátio existente a tardoz da outrora ermida.



Por forma a criar uma relação de equilíbrio entre tradição e inovação, os elementos novos ganham materialidades distintas de acordo com o tipo de peça a exibir: A rampa é executada em estrutura de ferro, folheada a chapa metálica e pintada na cor branca. É desenhada de forma modular e acomoda um extenso número de bengalas (com uma superfície expositiva de, aproximadamente, 45 m lineares). A sua modularidade facilita igualmente a sua instalação no interior do edifício; Por contraste, o braço exterior suspenso que alberga as pinturas sobre marfim ganha no seu interior a cor escura, espaço em penumbra, de cariz intimista, que nos faz deter sobre o detalhe das pequenas peças em exposição; O espaço de logradouro e a nave, por seu turno, recuperam os materiais típicos das construções algarvias: pavimento em ladrilhos de terracota, paredes caiadas de branco, telha de canudo na cobertura principal da nave.





A porta de acesso ao museu – executada em madeira e pintada na cor sangue-de-boi – replica o modelo original da porta anteriormente existente. Por fim, a estratégia de iluminação visou potenciar as características próprias do espaço nomeadamente a de um certo dramatismo imanente à sua condição original de espaço de culto. No que respeita à iluminação natural, a manipulação desta condição, concretizou-se através de aberturas pontuais que fazem contrastar espaços fortemente iluminados com outros em penumbra. No caso da iluminação artificial, todo o esforço se centrou na iluminação pontual das peças e objetos expostos em oposição ao espaço geral de iluminação mais homogénea e de menor intensidade.


Fonte: Archdaily
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

![]()
![]()
![]()
![]()


Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes


