Arquitetura
Residência em St Kilda / ADDARC

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- Área:
395 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um destacado terreno de esquina voltado para o norte, com frente para uma via principal com linhas de bonde e, ao mesmo tempo, para um cul-de-sac tranquilo, esta área interna do sudeste exigia um equilíbrio cuidadoso: criar presença urbana e uma escala compatível com sua posição, sem comprometer o conforto e a privacidade dos moradores.



Conceitualmente, a casa se organiza em torno de uma série de pátios enquadrados ou totalmente fechados, cada um oferecendo vistas e qualidade ambiental interna. Solidez e massa são cuidadosamente equilibradas com luz natural e conexão à paisagem. Um ritmo sutil, criado por uma malha estrutural que orienta a construção em taipa, se reflete nas mudanças de direção do piso de madeira, na articulação dos painéis de marcenaria e nas variações de textura e modulação do piso de pedra.


O programa previa uma casa projetada para duas pessoas, mas com amplos espaços sociais capazes de acolher a família estendida para jantares semanais e celebrações. Precisava responder à exposição do lote, permitir envelhecimento no local e oferecer flexibilidade caso, no futuro, os proprietários — ou novos moradores — desejassem modificar a planta. Elemento central do programa era a área integrada de estar, jantar e cozinha, acompanhada de um escritório que também pudesse funcionar como um pequeno conservatório musical. Havia ainda a necessidade de uma sala de estar mais íntima, para assistir TV ou servir como área de brincadeiras para os netos.



A suíte principal deveria garantir vistas e conexão com o exterior, mantendo-se isolada o suficiente para que uma pessoa pudesse descansar enquanto a outra tocava piano sem conflitos. O programa incluía também um segundo quarto para hóspedes, banheiro e áreas técnicas (BOH). Por fim, um pomar e uma horta comunitária compartilhados com os vizinhos imediatos. A planta resultante abraça um pátio central, que oferece uma área externa privativa e cria eixos visuais controlados a partir de todos os ambientes internos. Gestos arquitetônicos e inserções paisagísticas estrategicamente posicionados limitam e direcionam as vistas, reforçando a sensação de recolhimento e de oásis particular.



Materiais robustos e duráveis são usados por toda a construção, com a taipa atuando como elemento focal. Profundidade e riqueza são alcançadas pelo jogo de luz e textura. A paleta natural é complementada por tons claros e terrosos, além de sutis variações de modulação e direção, que enriquecem uma estética minimalista. Internamente, peças refinadas e altamente detalhadas são encaixadas nas paredes de taipa, criando um contraste marcante. Os alinhamentos naturais da fôrma — muitas vezes ocultos ou ignorados — estabelecem o nível de referência para toda a marcenaria. Detalhamento antecipado, coordenação estreita e prototipagem envolvendo construtora, engenheiro e o empreiteiro de taipa permitiram integrar soluções minimalistas a um material exigente.


Os espaços e materiais ganham vida com o movimento da luz, que valoriza as imperfeições naturais da taipa. Venezianas externas móveis ampliam esse jogo luminoso, permitindo aos moradores controlar iluminação, privacidade e ganhos térmicos. Otimização do desempenho térmico, adoção de métodos construtivos sustentáveis e aproveitamento de tecnologias atuais e emergentes, combinados a estratégias passivas — orientação, sombreamento, beirais, ventilação cruzada e profundidade da luz natural — foram princípios fundamentais para reduzir o consumo energético geral.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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