Arquitetura
Casa Cacheux-Panciotto / Alessandro Pepe Arquitecto

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- Área:
171 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Azulejo azulima, Candeeiro Canca, Guarletras, Microcement for wall & floor finish, Terracota

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto surge da necessidade de ampliar uma habitação existente implantada num lote típico português, estreito e alongado. Como a construção pré-existente não apresentava qualidades intrínsecas que justificassem a sua preservação, propôs-se a sua demolição integral para dar lugar a um novo edifício.


O novo conjunto organiza-se essencialmente em dois volumes principais. O primeiro volume, voltado para a rua, adota uma linguagem arquitetónica mimética, em continuidade com o tecido histórico envolvente. A sua cobertura inclinada, revestida com telha cerâmica, assegura a compatibilidade com o ambiente construído, sobretudo com a escola existente no limite norte do lote. O segundo volume, voltado para o pátio posterior, assume uma expressão contemporânea, estabelecendo um contraste claro entre antigo e novo através do recuo dos planos de fachada e da utilização de uma cobertura plana acessível.


Esta tensão entre continuidade e rutura não é apenas formal; traduz a condição recorrente do tecido urbano português, em que o agrado dos centros históricos deriva muitas vezes da sua uniformidade. Preservar essa coerência implica, por vezes, abdicar de preferências estilísticas pessoais e procurar uma terceira via capaz de integrar as exigências contemporâneas sem quebrar o diálogo com o passado. Neste sentido, o projeto aproxima-se da posição ética de Adolf Loos: uma afinidade maior com a verdade antiga acumulada ao longo de milénios do que com as invenções efémeras que nos rodeiam.


Para além destes dois volumes, o projeto integra um terceiro elemento: um anexo situado no fundo do lote, concebido como uma cúpula. A sua solução formal responde a requisitos acústicos específicos e afirma-se como componente singular visível a partir da sala de estar.

O espaço central da casa é a sala de estar, que se abre generosamente para o pátio através de uma fachada totalmente envidraçada. O pavimento exterior é executado em lajes de granito cortadas à medida. A cobertura acessível do volume posterior é finalizada com painéis de zinco produzidos artesanalmente e cortados à medida.

Todos os pavimentos do rés-do-chão e da sala principal são em carvalho de primeira qualidade, enquanto o piso superior utiliza pinho de alta qualidade. A entrada é pavimentada com mosaico hidráulico Azulima. As portas e janelas exteriores são em madeira maciça de kambala, desenhadas à medida com corte térmico integrado; as portas interiores são em bétula. O pavimento e o tampo da cozinha são executados em granito Zimbawe com acabamento amaciado. Por fim, os corrimãos são em ferro maciço com pintura metalizada em tom de zinco.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Estúdio em Gushichan / Studio Cochi Architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Este edifício é a nova sede do nosso escritório de arquitetura e da nossa oficina de carpintaria. Por que nós, um escritório de arquitetura, decidimos criar uma oficina de marcenaria? Em Okinawa, tornou-se comum que muitos edifícios comerciais utilizem estruturas de concreto armado combinadas com caixilhos de alumínio. No entanto, em grande parte de nossos projetos, optamos por projetar e instalar caixilhos de madeira nas aberturas — elementos com os quais as pessoas entram em contato direto no cotidiano e que influenciam significativamente a qualidade do espaço.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Norman Foster assina o ambicioso projeto do Museu Nacional Zayed, nos Emirados Árabes
A textura exterior evoca a topografia da montanha Jebel Hafeet, que se estende pela fronteira entre os Emirados Árabes Unidos e Omã. No interior, mais de 300.000 anos de história se desdobram em seis galerias, onde descobertas extraordinárias do Paleolítico, Neolítico, Idade do Bronze e Idade do Ferro lançam luz sobre a vida e os costumes das primeiras comunidades da região. “Começamos a trabalhar na coleção há 12 anos”, diz Moaza Matar, diretora interina do Departamento de Conservação e Gestão de Coleções do museu. “Do bivalve rudista, um molusco fossilizado com mais de 70 milhões de anos, a um passaporte usado durante a Expo 2020 Dubai, cada peça representa um fragmento da rica e fascinante história do país.”
Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

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