Arquitetura
Casa VILAKK / 3dor Concepts

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- Área:
278 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Simpolo, Tostem

Descrição enviada pela equipe de projeto. Sumesh e sua família desejam construir a casa dos seus sonhos em Payyanur, sua terra natal — uma cidade vibrante, reconhecida por seu rico patrimônio cultural, suas tradições profundas e seu charme cênico. A região também se destaca por uma história marcada por tradições como o Theyyam, além de forte espiritualidade e expressões artísticas. Devoto e residente de uma vila culturalmente rica, Sumesh desejava que a simbologia do contexto local e a magnificência da arquitetura dos templos se refletissem no espaço que ele passará a chamar de lar.



O terreno está situado em uma área rural intimamente ligada ao Theyyam, uma antiga forma de arte ritual que expressa a profundidade espiritual e o orgulho cultural da região. Ao nos aproximarmos do local, revelam-se a beleza dos campos de arroz e a delicadeza arquitetônica dos templos do Norte de Kerala. Por isso, era fundamental que o projeto realçasse esse contexto em vez de se impor como um elemento estranho em meio a uma cultura tão rica, e essa intenção constituiu a base do conceito que mais tarde se consolidaria como o núcleo do projeto. A residência, sua paisagem ao redor e cada detalhe que a compõe evoluem de forma harmônica a partir do contexto local, como se sempre tivessem pertencido àquele lugar. A chegada à casa é marcada por um lago que se posiciona ritmicamente ao lado do espaço de estar, conduzindo naturalmente à entrada principal. Os ambientes seguem uma configuração de planta livre, com os espaços públicos e semi-públicos — como a sala de estar, a sala de jantar e a cozinha — conformando o eixo linear central que estrutura toda a residência.


Os interiores se integram perfeitamente à paisagem por meio de amplas aberturas e do pátio frontal, que funciona como o principal espaço de convivência da residência — uma zona central de interação onde se vivenciam o calor do sol, a sutileza da chuva e as melhores vistas, favorecidas pela orientação norte. A simetria da forma geral é sutilmente rompida por uma grande porta de entrada, que além de proporcionar ventilação, atua como a face principal da casa, voltada para a rua que conduz até ela. Todo o projeto está enraizado no contexto climático local, incorporando soluções responsivas, como as espessas paredes de pedra que garantem isolamento nas fachadas voltadas ao sul e as grandes aberturas que potencializam a ventilação natural nos interiores.


Os quartos são minimalistas, mas preservam identidades próprias — seja pelos painéis que se desdobram sobre a cabeceira, seja pela pintura de Theyyam que se destaca vibrante no ambiente — cumprindo plenamente a intenção de manter o conceito presente em todo o projeto. A materialidade privilegia exclusivamente elementos disponíveis localmente: a pedra, utilizada de forma crua e exposta, e a madeira, cujo calor e detalhamento se integram harmoniosamente à volumetria construída. Embora os materiais sejam simples e naturais, sua singularidade emerge nas diversas formas de escultura que apresentam, como as curvas da pedra, os relevos florais nas portas e as treliças de madeira elaboradas em estilo tradicional. A laje de concreto moldada in loco apresenta curvas que suavizam sua expressão e criam generosos beirais, desempenhando tanto funções de proteção quanto de valorização estética.


Os detalhes presentes em cada elemento acrescentam ainda mais profundidade e caráter aos materiais utilizados: o piso em ladrilhos crus e de textura suave dialoga com o tema geral, enquanto os degraus de madeira, combinados a trilhos metálicos elegantes, compõem um núcleo de circulação visualmente acolhedor. As principais considerações ambientais concentram-se na adoção de soluções responsivas ao clima, priorizando o conforto térmico e o bem-estar dos ocupantes. Inserido em um contexto quente e úmido, o projeto demanda amplos beirais que protegem a residência tanto do sol intenso quanto das chuvas.

Além disso, as grandes aberturas evidenciam a intenção de maximizar a entrada de luz natural e a ventilação cruzada, sendo estrategicamente posicionadas para evitar ofuscamento. A residência representa uma síntese entre princípios tradicionais de projeto — enraizados no rico repertório da arquitetura de templos — e fundamentos modernistas cuidadosamente planejados e executados até o resultado final. Da combinação harmoniosa de materiais locais ao uso criterioso de soluções contemporâneas, o projeto inspira um olhar renovado sobre o patrimônio cultural e aponta para a revitalização do estilo vernacular na arquitetura contemporânea.


Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Vizinha de Kortney Kardashian e Kevin Costner, mansão na Califórnia é vendida por mais de R$ 200 milhões
Vizinha aos imóveis de personalidades como Kevin Costner e Kourtney Kardashian, uma mansão à beira-mar em Santa Barbara, na Califórnia, nos Estados Unidos, foi vendida por 47 milhões de dólares (R$ 247 milhões, em valores convertidos na cotação atual). A casa está localizada na rua Carpenteria, onde também moram Ashton Kutcher e Mila Kunis.
Arquitetura
Casa no Limite da Planície / Skupaj Arhitekti

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- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Donar, Flos, Ligne Roset, Rex Kralj, TON

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada no limite da planície de Murska Sobota, esta casa unifamiliar é concebida como um pavilhão na paisagem, onde a vida cotidiana se desenrola entre o interior e o jardim. Em vez de se impor ao entorno, a casa se abre para ele.

Fonte: Archdaily
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