Arquitetura
Parque Yanbu Old Dragon / Atelier cnS-CICADA ART

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Descrição enviada pela equipe de projeto. No vilarejo de Yanbu, em Foshan, um antigo barco-dragão repousa sob os sedimentos de um rio local — o renomado “Antigo Dragão de Yanbu”. Construído em 1432, durante o reinado de Xuande, da Dinastia Ming, ele completa hoje 593 anos. A lenda que o envolve, centrada no princípio de “resolver a discórdia com respeito mútuo”, constitui o núcleo ético da cultura local do barco-dragão, marcada pela humildade e pela observância ritual. Esse legado deu origem a um conjunto singular de costumes, perpetuados ao longo dos séculos. Ao entrelaçar esse profundo patrimônio imaterial à sua estrutura, o projeto do parque busca criar formas espaciais contemporâneas capazes de reativar a vitalidade da comunidade.



I. Da Narrativa Histórica à Tradução Espacial


II. Regeneração da Memória Comunitária e Adaptação Climática
1. Uma Tradução Profunda da Localidade
O espaço arquitetônico é estruturado por um corredor e três estruturas paisagísticas, cada uma definida por uma expressão material própria. Materiais locais e métodos construtivos tradicionais são reinterpretados em uma linguagem arquitetônica contemporânea:


– A alvenaria de tijolos vermelhos perfurados forma uma pele semipermeável e respirável.
– As paredes de terra batida revelam um calor e uma textura primordiais.
– O concreto aparente, com textura de madeira, é esculpido em volumes geométricos e plataformas em balanço expansivas.
– Telhas de terracota coroam o corredor de aço e madeira, enraizando profundamente a arquitetura no tecido material do lugar.
Posicionados em resposta às vias hídricas existentes, às árvores, às hortas e às estruturas antigas, os três volumes tornam-se “buscadores de vistas”, emoldurando paisagens cuidadosamente selecionadas e capturando múltiplas cenas do entorno.


2. Arquitetura Flexível e Adaptação Climática
O sistema contínuo de corredores elevados atua não apenas como o elo conceitual, mas também gera, de forma funcional, uma sequência de espaços intersticiais sombreados, sutilmente ajustados ao clima quente e úmido de Lingnan. Essas gradações espaciais — compostas por 1/3 de massa sólida, 1/3 de tela semipermeável e 1/3 de vazio aberto — canalizam ativamente as brisas naturais e orquestram um jogo continuamente mutável de luz e sombra. Dessa forma, a própria arquitetura torna-se uma interface ecológica que respira e responde, servindo diretamente ao conforto e às atividades humanas. Essa é a essência da criação de uma “arquitetura flexível” — capaz de se ajustar de maneira sutil às necessidades e às condições em transformação.



3. Renovação de Paradigma: A “Sala de Estar” Comunitária
Os três volumes paisagísticos, em conjunto com o corredor, definem uma sequência de espaços públicos de diferentes escalas e atmosferas. Organizada em torno de uma piscina reflexiva e de uma árvore existente, a composição convida naturalmente os moradores a se reunir, permanecer e conversar. Essa abordagem transforma ativamente um terreno antes de caráter comemorativo em uma vibrante e inclusiva “sala de estar da vila” — um espaço que cultiva as rotinas da vida cotidiana e fortalece um senso compartilhado de pertencimento.

Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
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