Arquitetura
Casa Strazik / González Olsina & Vega Arquitectos

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- Área:
750 m²
Ano:
2023
Fabricantes: Arquimetal , Aspen Lumiere , FV, GRUPO FORESTAL, Hipercerámico , Hiperpiedras , Materiales Gaudí , Mendoglass, Puromármol

Descrição enviada pela equipe de projeto. O local da obra é um vinhedo de aproximadamente 2,4 hectares situado em Los Chacayes, Tunuyán, 85 quilômetros a sudoeste da cidade de Mendoza, na Argentina. Implantado aos pés da Cordilheira dos Andes, o terreno integra o reconhecido Vale de Uco, uma das regiões vitivinícolas mais prestigiadas do país.

Em uma paisagem de horizontes abertos e profundo silêncio andino, Scott — o usuário, apaixonado pelo vinho e por sua cultura — decidiu adquirir seu próprio vinhedo, produzir seus vinhos e construir uma casa onde pudesse compartilhar com seus afetos momentos de descanso, contato com a natureza e contemplação.

O programa consiste em uma moradia de caráter não urbano, concebida como um refúgio em relação direta com os vinhedos e a cordilheira. A casa é organizada a partir de um espaço comum que integra estar, jantar e cozinha, além de quatro dormitórios, um ambiente de trabalho, uma adega e áreas de lazer ao ar livre.


A ideia principal partiu de uma leitura do território como uma geometria horizontal e silenciosa, na qual a arquitetura se alinha à ordem natural do lugar, ao cosmos. Concebida como uma linha habitada disposta paralelamente à cordilheira, a casa organiza suas funções e orienta cada espaço em direção ao horizonte andino. Sua transversalidade responde a uma vontade de pertencimento, permitindo que todos os ambientes participem de um mesmo gesto de contemplação.


A estratégia projetual se estrutura a partir de três princípios. A horizontalidade como forma de integração, entendida tanto como gesto compositivo quanto como atitude diante da paisagem: por meio de uma circulação linear orientada para leste, as funções se articulam e se dispõem em direção ao oeste. A plataforma como limite e mediação, um plano que eleva o olhar sobre os vinhedos, estabelece a conexão com a montanha e define uma distância pequena em relação ao solo. E a matéria como continuidade do entorno, na qual a pedra local e o concreto pigmentado se apresentam como expressões de uma mesma natureza mineral. Massa, textura e tonalidade se fundem em uma continuidade material com a cordilheira: o concreto, de presença serena e mineral, confere peso e atemporalidade, enquanto a pedra, em sua irregularidade e densidade, ancora a obra ao lugar.

Em conjunto, esses princípios configuram uma arquitetura que busca permanecer sem se impor, integrar-se sem se diluir. Trata-se de uma presença silenciosa e tectônica, que emerge do território como uma extensão de sua própria estrutura. A composição geral responde a um critério de síntese, articulando uma linguagem geométrica precisa, proporções vinculadas à antiga noção do princípio de beleza e um equilíbrio cuidadoso entre opacidade e transparência.


Habitar esta casa é ingressar em um ritmo distinto, que convida à quietude, onde o tempo se torna matéria e o silêncio adquire espessura. Cada espaço desperta a consciência do instante. Sua geometria austera, despida de artifícios, ganha sentido ao se colocar a serviço do essencial. A casa se oferece como uma ponte entre o homem e a natureza, na qual o habitar se transforma em um ato de contemplação. Mais do que uma moradia, é uma pausa na paisagem — uma presença silenciosa que encontra sua razão de ser na imensidão que a envolve.

Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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