Encontros
O que são Encontros?
Os encontros são interações planejadas entre indivíduos ou grupos, que podem ocorrer em diversos contextos, como sociais, profissionais ou românticos. Esses eventos podem variar em formato, desde reuniões informais até eventos estruturados, como conferências e workshops. O objetivo principal dos encontros é promover a comunicação e o compartilhamento de ideias, experiências e sentimentos, criando laços e fortalecendo relacionamentos.
Tipos de Encontros
Existem diversos tipos de encontros, cada um com suas características e finalidades específicas. Os encontros sociais, por exemplo, são voltados para a interação entre amigos e familiares, enquanto os encontros profissionais podem incluir reuniões de negócios, networking e conferências. Além disso, os encontros românticos são voltados para o desenvolvimento de relacionamentos amorosos, onde duas pessoas se conhecem melhor em um ambiente mais íntimo.
Importância dos Encontros
Os encontros desempenham um papel crucial na construção de relacionamentos e na troca de conhecimentos. Eles permitem que as pessoas se conectem em um nível mais profundo, promovendo a empatia e a compreensão mútua. Em ambientes profissionais, os encontros são essenciais para a colaboração, inovação e resolução de problemas, pois reúnem diferentes perspectivas e habilidades em um único espaço.
Como Organizar Encontros Eficazes
Para garantir que os encontros sejam produtivos, é fundamental planejar cuidadosamente cada detalhe. Isso inclui definir um objetivo claro, escolher um local apropriado, elaborar uma agenda e convidar as pessoas certas. Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e propício à comunicação, onde todos se sintam à vontade para compartilhar suas opiniões e ideias.
Ferramentas para Facilitar Encontros
Com o avanço da tecnologia, diversas ferramentas estão disponíveis para facilitar a organização e a realização de encontros. Plataformas de videoconferência, como Zoom e Google Meet, permitem que pessoas de diferentes locais se conectem virtualmente. Além disso, aplicativos de agendamento, como Calendly, ajudam a coordenar horários e garantir que todos os participantes estejam disponíveis.
Encontros Virtuais vs. Presenciais
A pandemia de COVID-19 trouxe uma nova dinâmica para os encontros, com um aumento significativo nas interações virtuais. Embora os encontros presenciais ofereçam uma experiência mais rica e envolvente, os encontros virtuais proporcionam flexibilidade e acessibilidade, permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo se conectem sem a necessidade de deslocamento. Cada formato tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha entre eles depende do contexto e dos objetivos do encontro.
Desafios nos Encontros
Apesar de sua importância, os encontros podem apresentar desafios que precisam ser superados para garantir sua eficácia. Problemas de comunicação, falta de engajamento e diferenças culturais são algumas das dificuldades que podem surgir. Para mitigar esses desafios, é essencial promover um ambiente inclusivo e respeitoso, onde todos os participantes se sintam valorizados e ouvidos.
Encontros e Networking
Os encontros são uma oportunidade valiosa para o networking, permitindo que profissionais se conectem, troquem experiências e ampliem suas redes de contatos. Participar de encontros de networking pode abrir portas para novas oportunidades de carreira, parcerias e colaborações. É importante abordar esses encontros com uma mentalidade aberta e disposta a aprender com os outros.
Encontros e Desenvolvimento Pessoal
Além de suas aplicações profissionais, os encontros também são fundamentais para o desenvolvimento pessoal. Eles oferecem a chance de aprender com as experiências de outras pessoas, refletir sobre nossas próprias vivências e expandir nossa visão de mundo. Participar de encontros que promovem o autoconhecimento e o crescimento pessoal pode ser transformador e enriquecedor.
Futuro dos Encontros
O futuro dos encontros está em constante evolução, impulsionado por mudanças sociais, tecnológicas e culturais. A tendência é que os encontros se tornem cada vez mais híbridos, combinando elementos presenciais e virtuais para atender às necessidades de um público diversificado. À medida que as pessoas buscam novas formas de se conectar, a criatividade e a inovação serão essenciais para a realização de encontros significativos e impactantes.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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