Arquitetura
Clínica O / Takayuki Kuzushima and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Este projeto consiste na ampliação e renovação de uma clínica com 40 anos, localizada em Mie, no Japão. O volume existente, em concreto armado e construído em 1984, abriga uma clínica odontológica no térreo e uma residência no pavimento superior. Na época da sua construção, os conceitos de design universal ainda não eram amplamente difundidos. O entorno era mais rural e tranquilo do que hoje, e a presença dessa clínica em concreto armado aparente deve ter causado forte impacto na paisagem. Sua base elevada, postura solene e composição geométrica baseada em uma rigorosa horizontalidade e verticalidade criavam um contraste marcante com os campos ao redor, refletindo um período em que se esperava que a arquitetura médica expressasse simbolismo e autonomia.


O projeto teve início quando a clínica passou para a gestão da segunda geração. Paralelamente à ampliação dos serviços médicos, tornaram-se evidentes as deficiências funcionais do edifício existente, o que levou tanto a uma reorganização espacial quanto a uma atualização da imagem pública da clínica. Entre as questões centrais estavam a ausência de uma área de espera destinada a crianças, a insuficiência de espaços de apoio e as limitações de acessibilidade nos acessos e nos banheiros. Como a área construída existente não comportava essas demandas, propôs-se uma ampliação.


A leste, ao longo da divisa com o terreno vizinho, parte da base existente foi removida para dar lugar a um volume esguio, semelhante a um corredor. Essa nova adição abriga a área de espera e o espaço destinado às crianças, enquanto a redução da área de espera no edifício original possibilitou a ampliação das funções de apoio e a reorganização da circulação.

A extensão foi concebida como um elemento de transição entre o volume existente e seu entorno. Ao projetar cuidadosamente esse buffer — em especial o espaço de chegada — a sequência de visitar a clínica, receber atendimento e realizar o pagamento foi reinventada como uma experiência mais fluida e integrada à vida cotidiana. Ao mesmo tempo, o volume acrescentado buscou atenuar o forte senso de autonomia que caracterizava o edifício original.



As diferenças de nível entre o piso existente e o solo foram resolvidas por meio de amplas escadas e rampas de inclinação suave, criando uma entrada acessível. Do ponto de vista estrutural, a extensão foi construída com um pórtico de aço rígido, em resposta delicada à robustez da estrutura existente em concreto armado. Os pilares foram posicionados de modo a não interferir nas aberturas, enquanto os apoios no solo foram cuidadosamente implantados para manter livres as fundações de concreto existentes. Embora conceitualmente simples, o projeto exigiu levantamentos topográficos e execução precisos, em função da curvatura da rua, das variações de nível e da estreita integração estrutural junto ao parapeito existente.


A parede ao longo da estrada suavemente inclinada foi construída inteiramente em vidro, permitindo vistas tanto dos espaços internos quanto do edifício existente a partir do exterior. Essa tela de vidro se estende até o pórtico da escada, abstraindo a fachada e acolhendo os visitantes. No encontro entre a ampliação e o edifício existente, as antigas paredes externas foram transformadas em superfícies internas: a pintura branca protetora foi removida para revelar um acabamento escovado, e as aberturas existentes foram reutilizadas como balcões de recepção. Sem alterar a posição das aberturas ou acrescentar novas paredes internas, elementos do edifício original foram reinterpretados como componentes da nova arquitetura. O interior, semelhante a um corredor, é moldado pela paisagem rural externa e pelas superfícies texturizadas que carregam as marcas de quatro décadas.

Em vez de optar pela demolição completa e pela reconstrução — o que imporia um ônus significativo e desconsideraria o ambiente existente — o projeto adota uma abordagem alternativa. Ao calibrar cuidadosamente a escala e a presença da ampliação, estabeleceu-se uma continuidade tanto entre os espaços internos antigos e novos quanto entre o edifício existente e a paisagem ao seu redor.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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