Arquitetura
Um Conjunto Habitacional Muito Pequeno / AT Architecture

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- Área:
140 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Ao envolver uma casa comum dos anos 1950 em uma estrutura leve de madeira, transforma-se uma habitação suburbana em uma forma compacta e intergeracional de morar, sem ampliar sua área construída.


Localizado em Carry-le-Rouet, na costa mediterrânea próxima a Marselha, o projeto se insere em um tecido suburbano difuso, característico do desenvolvimento do pós-guerra. Essa paisagem de casas isoladas, há muito associada à baixa densidade e ao alto consumo de solo, vem sendo questionada à luz dos desafios ambientais e sociais. Em vez de tratar esse patrimônio como obsoleto, o projeto o reconhece como uma oportunidade de explorar estratégias de densificação gentil, capazes de adaptar as habitações existentes às formas contemporâneas de viver.



O cliente, profundamente ligado a uma casa construída com seu pai, buscou acomodar as necessidades familiares em constante evolução: receber um filho que retorna após os estudos, permitir que os avós dependentes morem nas proximidades ou criar um espaço de trabalho. Propostas iniciais de demolição e reconstrução foram rejeitadas. O desafio, portanto, era claro: como ampliar a capacidade, o conforto e a flexibilidade, preservando tanto o volume quanto o terreno que ele ocupa. As restrições normativas sobre a taxa de ocupação do lote reforçaram a necessidade de uma solução que densificasse verticalmente, e não horizontalmente.

O projeto responde por meio de um gesto arquitetônico preciso: uma estrutura leve de madeira que envolve a casa existente “como um chapéu”. Essa intervenção preserva a área original, ao mesmo tempo em que melhora significativamente o desempenho térmico e a qualidade espacial. A madeira desempenha um papel central, atuando simultaneamente como estrutura, reguladora de conforto e mediadora entre o antigo e o novo. Seu uso viabiliza um processo construtivo seco e pré-fabricado, que minimiza as intervenções no local e os impactos sobre a vizinhança.


O projeto cria três habitações autônomas, organizadas como um conjunto habitacional muito pequeno: um apartamento familiar principal no térreo, complementado por um estúdio e um quarto independente com banheiro no pavimento superior. Em vez de circulação interna, as unidades são conectadas por escadas e terraços externos, reforçando a independência sem perder a proximidade. Essa organização sustenta um modo de habitar reversível e adaptável, capaz de evoluir junto com as necessidades da família.

As considerações ambientais estão integradas a todo o projeto. O terreno foi trabalhado para restaurar sua permeabilidade, todas as unidades se beneficiam de ventilação cruzada natural, e materiais de base biológica — principalmente madeira e pedra local — são amplamente utilizados. Até mesmo o revestimento externo incorpora sobras dos painéis de fachada, reduzindo o desperdício e reforçando a lógica construtiva do projeto.


Ao atualizar e densificar uma casa suburbana comum, em vez de substituí-la, demonstra-se uma abordagem concreta e replicável para a transição arquitetônica. O projeto oferece uma resposta modesta, porém impactante, aos desafios habitacionais contemporâneos, mostrando como edificações existentes podem ser reparadas, reforçadas e reinventadas para sustentar formas de viver mais sustentáveis e inclusivas.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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