Arquitetura
Escultura Aquática LJ / P PLUS arhitekti + m.kocbek architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. No próprio centro de Ljubljana, uma escultura de água foi concretizada nove anos após vencer um concurso público de arquitetura. Concebida como uma contribuição simultaneamente espacial e simbólica para o espaço público da cidade, introduz um microambiente distinto no interior do denso tecido urbano: uma pequena “plataforma” urbana cuja forma contínua e arredondada estabelece um espaço diferenciado, quase íntimo, em meio à dinâmica da cidade.

Configurada como um percurso espacial contínuo, a escultura enquadra e orienta as vistas, gerando uma sequência de experiências visuais em permanente transformação. Para quem passa, apresenta uma silhueta dinâmica que se revela de forma distinta a partir de cada ponto de observação.


A escultura não é um objeto pensado apenas para ser contornado. É concebida como uma experiência espacial que convida os transeuntes a fazerem parte dela. Em vez de separar o observador da obra, integra-o através do movimento, do toque, do sentar e da permanência no espaço definido pelas suas linhas. Cria um lugar que não é apenas visto, mas vivido.

No plano simbólico, a escultura evoca movimento, fluxo, circulação, fluidez e conexão. É uma homenagem à água potável e uma metáfora dos ciclos eternos da natureza. Representa o equilíbrio dinâmico do mundo e dos processos naturais, baseados no fluxo constante, na transformação e na interligação de todas as formas de vida. O movimento da água no interior da escultura torna-se uma metáfora desse entrelaçamento: um fluxo ininterrupto que liga o visível ao invisível, o material ao imaterial, o individual ao todo.

Dessa forma, a escultura de água ultrapassa um papel meramente estético ou funcional, afirmando-se como um espaço de contemplação, de respeito pela natureza e de reflexão sobre a responsabilidade que assumimos enquanto parte do seu ciclo. A escolha do material — aço inoxidável — é deliberada: a sua superfície refletora incorpora o entorno e os transeuntes, transformando continuamente a escultura. Em diferentes momentos do dia e sob condições atmosféricas variáveis, a sua aparência altera-se e, por vezes, quase se desmaterializa: sob céus limpos é percebida de forma distinta do que sob nuvens; ao sol poente adquire tons amarelo-alaranjados, enquanto sob a chuva assume novamente uma nova expressão.

A nova escultura de água tornou-se um marco espacial reconhecível tanto para os habitantes como para os visitantes da cidade. Tal como foi originalmente concebida —como uma intervenção espacial que não encerra nem divide, mas que conecta suavemente o espaço e as pessoas—, hoje funciona e vive plenamente dessa forma.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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