Arquitetura
Casa em Avber / OFIS Architects

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- Área:
185 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Visão Geral do Projeto
No topo de uma colina com vista para o planalto do Carso, encontra-se a vila de Avber — um assentamento compacto, moldado pela pedra, pelo vento e pelo tempo. É nesse contexto que uma antiga propriedade rural foi cuidadosamente revitalizada para um cliente australiano cuja família tem raízes profundas nesse mesmo vilarejo. O projeto reconecta o morador não apenas a um lugar, mas também às tradições arquitetônicas de seus antepassados. O resultado vai além de uma simples reforma: trata-se de um retorno cultural, de uma casa reinserida em um tecido marcado pelos intensos ventos de inverno da burja, pelo peso da pedra e pela memória da vida comunitária.


Patrimônio Arquitetônico Reinterpretado
O projeto reinterpreta elementos característicos do Carso com precisão e respeito. No centro está o borjač — o pátio interno fechado que, historicamente, protegia famílias, animais e colheitas do vento, criando um microclima para a vida cotidiana. Ao seu redor organizam-se as três partes da propriedade: a residência de dois pavimentos, o estábulo e um anexo destinado a animais e armazenamento. Essa configuração compacta reflete a densidade das vilas tradicionais do Carso, onde o fechamento era, ao mesmo tempo, proteção e identidade. Outros elementos — como o gank (varanda elevada), os muros de pedra, as škure (portadas de madeira) e as pesadas telhas korci — são restaurados e sutilmente reinterpretados. As formas permanecem, mas seus usos são atualizados, garantindo continuidade entre herança arquitetônica e vida contemporânea.

Experiência de Habitar
A vida na Casa Avber se desenrola entre paredes de pedra exposta e espaços redefinidos. A intervenção valoriza a honestidade material do conjunto: os muros originais permanecem visíveis, carregando as marcas do tempo. Antigos elementos agrícolas ganham novos significados — o cocho de alimentação do gado se transforma em estante, nichos rurais passam a abrigar áreas de armazenamento. O pátio, antes estritamente funcional, renasce como uma sala de estar ao ar livre protegida, resguardada dos ventos da burja, mas aberta ao ritmo da vila. Os interiores são reorganizados para favorecer luz e clareza, equilibrando conforto contemporâneo e a presença robusta das estruturas originais.


Raízes e Retorno
O projeto é tão arquitetônico quanto profundamente pessoal. Para o cliente, retornar a Avber significou mais do que restaurar uma casa — foi reatar laços com a herança familiar e a identidade cultural. A revitalização se torna, assim, um gesto de continuidade entre gerações, ancorando uma vida contemporânea no DNA protetor do assentamento do Carso. A casa passa a existir como refúgio privado e, ao mesmo tempo, como símbolo de reconexão com a vila ancestral.

Adaptação Sustentável
A intervenção segue um princípio de reaproveitamento e contenção. Em vez de substituir, as estruturas e materiais existentes foram preservados sempre que possível. As coberturas com telhas tradicionais korci foram cuidadosamente restauradas, os muros de pedra reparados e mantidos aparentes, e as portadas de madeira recuperadas. Os interiores receberam apenas as intervenções estritamente necessárias, garantindo conforto e eficiência sem desperdícios. Essa abordagem criteriosa reduz o impacto ambiental e preserva a autenticidade da propriedade.

Olhar para o Futuro

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
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