Arquitetura
Os Prazeres de Su Dongpo na Serra de Banhu / AOMOMO Studio, Shanghai Jiao Tong University

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O Lugar: Uma Morada Poética Tecida por Arcos – A estação de apoio está implantada em uma curva fechada da Serra de Banhu, em um terreno de condições desafiadoras: de um lado, a rodovia; do outro, encostas íngremes e uma densa floresta de bambus. Aproveitando com inteligência essa topografia singular, o edifício se desenvolve ao longo da curva, acompanhando o traçado da estrada e resolvendo o desnível por meio de balanços estruturais. A barreira natural formada pelo bambuzal cria uma atmosfera de recolhimento — como se o lugar estivesse “escondido nas montanhas”. No centro, um ipê-amarelo atravessa a cobertura e se torna o foco visual do conjunto, trazendo vida e leveza à paisagem agreste.



A Função: Um Refúgio Entre Nuvens, Montanhas e Rios – Posicionada na curva da serra, a estação se apresenta como um pequeno poema perdido nas montanhas. Com forma de lua crescente, ela abraça suavemente o caminho: de um lado, acolhe ciclistas cansados; do outro, se aninha no interior do bambuzal. Três coberturas inclinadas se conectam como um fluxo contínuo. Sob elas, a vida cotidiana acontece: a área de bicicletas ecoa o som metálico das ferramentas.



No café, os copos de vidro refletem as sombras do bambu e as montanhas ao longe; os sanitários se integram de forma discreta, garantindo conforto sem se impor. No pátio, o ipê atravessa a laje — suas folhas tremulam ao luar como notas de uma flauta invisível. Os materiais evocam memórias: o concreto bruto carrega a rusticidade das aldeias de Huizhou, enquanto as telhas curvas remetem ao ritmo ondulante das paisagens do sul da China. No mirante, visitantes observam os terraços do cânion surgirem entre nuvens e névoa. O tempo parece se dobrar ali, como se o lugar saudasse silenciosamente o passado. A estação deixa de ser apenas um ponto de apoio — torna-se uma vírgula no caminho da montanha, convidando quem passa a parar, respirar e contemplar.



De perto, os galhos do ipê atravessam a abertura da cobertura. A luz da lua se filtra pelas folhas e desenha sombras delicadas no piso. O bambu projeta silhuetas nas paredes perfuradas de concreto, como pinceladas livres em uma pintura. Pelas portas e janelas, o pátio se transforma em uma paisagem enquadrada, onde o movimento das pessoas dá vida à cena.



No mirante dos fundos, o bambu balança ao vento. Os beirais avançados e as paredes laterais criam um enquadramento natural. Em pé ou sentados, os visitantes sentem que fazem parte da paisagem. Ao longe, agricultores e bois surgem como pontos mínimos no campo. Quando a neblina sobe, tudo vira uma pintura de nuvens e montanhas. Encostados no guarda-corpo, os ciclistas observam a névoa passar entre os dedos. Ao anoitecer, as luzes sob os beirais se acendem como estrelas sobre a montanha escura, mantendo um brilho acolhedor para quem retorna para casa.



Construção Contextual – O mobiliário interno segue uma estética tectônica: tampos metálicos cinza apoiados em estruturas triangulares de aço. Em contraste com as paredes de concreto aparente, isso reforça o diálogo entre materiais brutos e industriais. Portas, janelas e dutos de exaustão também recebem tratamento cuidadoso. As esquadrias combinam pintura verde, aço inox espelhado e vidro, criando pontos de destaque na massa de concreto e dialogando com as cores da natureza. Já os dutos se integram às paredes texturizadas com grelhas e molduras metálicas, estabelecendo um contraste forte com a rudeza do concreto.
Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









Arquitetura
Apartamento da Casa na Árvore / Projekt V Arhitektura

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- Área:
100 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artisan, Gazzda, Krivaja Homes, Zanat, prostoria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Este retrofit sustentável de 100 m², assinado pelo Project V Architecture, transforma um apartamento em Sarajevo — situado em um edifício de pátio da era austro-húngara — em um universo acolhedor e sensorial, construído a partir de materiais naturais. Pensado para uma família jovem, o projeto utiliza revestimentos em madeira de cerejeira, paredes pintadas com argila, bancadas de pedra, cortinas de linho, travertino e um detalhamento minimalista. O elemento mais surpreendente é uma Casa na Árvore infantil, pré-fabricada e sob medida, feita em madeira laminada de abeto. O apartamento evoca uma sensação de atemporalidade, dialogando com a tradição do minimalismo e do modernismo do século XX em Sarajevo, e abriga uma curadoria de artesanato e arte contemporânea da Bósnia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Carla Diaz apresenta obra de arte personalizada para nova casa
“Foi uma obra desafiadora de ser criada. Uma encomenda feita praticamente às cegas, para representar uma pessoa que, desde criança, esteve dentro das nossas casas. Como retratar abstratamente toda essa personalidade da Carla? No abstrato, cada um enxerga um pouco do que tem dentro de si mesmo. Tive certeza de que acertei no equilíbrio e na energia da obra quando ela olhou e enxergou a alegria transbordando através das cores”, afirmou Leonardo.
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