Europa Park – Germany
O que é o Europa Park – Germany?
O Europa Park – Germany é um dos maiores e mais populares parques temáticos da Europa, localizado na cidade de Rust, na Alemanha. Com uma vasta gama de atrações, o parque oferece uma experiência única que combina entretenimento, cultura e aventura. Desde montanhas-russas emocionantes até áreas temáticas inspiradas em diferentes países europeus, o Europa Park é um destino imperdível para famílias e amantes de diversão.
Atrações Principais do Europa Park – Germany
Entre as principais atrações do Europa Park – Germany, destacam-se montanhas-russas como a Silver Star, uma das mais altas da Europa, e a Wodan – Timburcoaster, que proporciona uma experiência emocionante com suas curvas e quedas acentuadas. Além disso, o parque conta com diversas atrações aquáticas, shows ao vivo e áreas interativas que garantem diversão para todas as idades.
Áreas Temáticas do Europa Park – Germany
O Europa Park – Germany é dividido em várias áreas temáticas, cada uma representando um país europeu diferente. Os visitantes podem explorar a cultura e a arquitetura de nações como França, Itália, Espanha e Grécia, entre outras. Cada área oferece atrações, restaurantes e lojas que refletem a identidade cultural do país que representa, proporcionando uma experiência imersiva e educativa.
Gastronomia no Europa Park – Germany
A gastronomia é um dos destaques do Europa Park – Germany, com uma variedade de opções que atendem a todos os paladares. Os visitantes podem desfrutar de pratos típicos de diferentes países europeus, além de opções de fast food e restaurantes temáticos. A qualidade da comida e a diversidade de opções fazem do parque um ótimo lugar para uma refeição durante a visita.
Eventos e Festivais no Europa Park – Germany
O Europa Park – Germany também é conhecido por seus eventos e festivais ao longo do ano. Durante as festividades de Natal, por exemplo, o parque se transforma em um verdadeiro conto de fadas, com decorações deslumbrantes, mercados de Natal e apresentações especiais. Outros eventos sazonais, como o Halloween e o verão, também atraem visitantes com atrações e atividades temáticas.
Hospedagem no Europa Park – Germany
Para aqueles que desejam prolongar a experiência, o Europa Park – Germany oferece diversas opções de hospedagem, incluindo hotéis temáticos que proporcionam uma imersão ainda maior no ambiente do parque. Os visitantes podem escolher entre acomodações luxuosas e opções mais acessíveis, todas com fácil acesso às atrações e serviços do parque.
Como Chegar ao Europa Park – Germany
Chegar ao Europa Park – Germany é bastante fácil, com diversas opções de transporte disponíveis. O parque está localizado a cerca de 30 minutos de carro de Freiburg e é acessível por meio de transporte público, como ônibus e trens. Além disso, o parque oferece estacionamento para aqueles que preferem ir de carro, facilitando o acesso para visitantes de diferentes regiões.
Ingressos e Preços do Europa Park – Germany
Os ingressos para o Europa Park – Germany podem ser adquiridos online ou na bilheteira do parque. Os preços variam de acordo com a época do ano e o tipo de ingresso escolhido, com opções que incluem acesso a todas as atrações e eventos especiais. É recomendável comprar os ingressos com antecedência, especialmente durante a alta temporada, para garantir a entrada e evitar filas.
Dicas para Visitar o Europa Park – Germany
Para aproveitar ao máximo a visita ao Europa Park – Germany, é aconselhável planejar o dia com antecedência. Chegar cedo, usar o aplicativo do parque para verificar os tempos de espera das atrações e fazer pausas para refeições são algumas dicas que podem ajudar a otimizar a experiência. Além disso, é importante estar atento às condições climáticas e se preparar para mudanças de tempo, especialmente durante as estações de primavera e outono.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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