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Desde então, ela introduziu novos materiais e processos, sempre em diálogo com a fábrica. “A criação é totalmente livre, o que permite construir uma identidade consistente. O mais importante é ver a cadeia se movimentando, com novos fornecedores surgindo, técnicas sendo desenvolvidas e consumidores valorizando cada vez mais o design.” Para a coleção de 2026, batizada Cosmos, ela lança cerca de 15 peças, que incluem de móveis a tapetes. “Fiz um sistema de sofá, o Solar System, que tem um ponto central e tudo gira em torno dele. Há também mesa de jantar e uma caixa-bar de que eu gosto muito”, diz. “Essa criação aconteceu durante a passagem do Albino no ano passado e, diferentemente de 2025, que era matéria sobre matéria, essa me deu a sensação de estar mais fluida. É como se o mesmo material estivesse passando do sólido para o líquido e fosse parar no gasoso. Cosmos é o todo, e isso me remeteu ao universo da Artefacto, a esses 50 anos. A coleção tem relação direta com a história da marca e essa história merece ser contada, porque poucas empresas no Brasil conquistaram essa trajetória.”
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Fonte: Casa Vogue

