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Fedor Emelianenko

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Quem é Fedor Emelianenko?

Fedor Emelianenko é um renomado lutador de artes marciais mistas (MMA) e um dos maiores nomes da história do esporte. Nascido em 28 de setembro de 1976, na Rússia, ele se destacou por sua habilidade técnica, força física e mentalidade competitiva. Fedor é amplamente reconhecido por sua carreira impressionante, que inclui vitórias em diversas organizações de MMA, como o PRIDE Fighting Championships e o Strikeforce.

Carreira no PRIDE

Durante sua passagem pelo PRIDE, Fedor Emelianenko se tornou um ícone do MMA, acumulando uma sequência impressionante de vitórias. Ele conquistou o título de campeão dos pesos pesados e defendeu seu cinturão com sucesso contra alguns dos melhores lutadores da época. Sua técnica de grappling e striking, combinada com sua capacidade de se adaptar a diferentes estilos de luta, o tornaram praticamente imbatível durante esse período.

Estilo de Luta

O estilo de luta de Fedor Emelianenko é caracterizado por uma combinação de jiu-jitsu, judô e boxe. Ele é conhecido por sua habilidade em transitar entre a luta em pé e o grappling, utilizando seu conhecimento em várias disciplinas para dominar seus oponentes. Fedor também é famoso por sua resistência e capacidade de absorver golpes, o que lhe permite continuar lutando mesmo em situações adversas.

Retorno ao MMA

Após um período de aposentadoria, Fedor Emelianenko fez seu retorno ao MMA em 2015, competindo em organizações como o Bellator. Seu retorno foi recebido com entusiasmo pelos fãs, que estavam ansiosos para ver o lutador voltar ao octógono. Mesmo após anos fora da competição, Fedor demonstrou que ainda possui habilidades excepcionais e um espírito competitivo inabalável.

Legado e Influência

O legado de Fedor Emelianenko no MMA é inegável. Ele é frequentemente citado como um dos maiores lutadores de todos os tempos, influenciando gerações de atletas que o sucederam. Sua abordagem técnica e mentalidade de luta servem como inspiração para muitos lutadores que buscam alcançar o mesmo nível de sucesso. Fedor também é respeitado por sua humildade e ética de trabalho, características que o tornaram um modelo a ser seguido.

Reconhecimentos e Prêmios

Ao longo de sua carreira, Fedor Emelianenko recebeu diversos prêmios e reconhecimentos, incluindo o título de lutador do ano em várias publicações especializadas. Ele também foi introduzido no Hall da Fama do MMA, solidificando ainda mais seu status como uma lenda do esporte. Esses reconhecimentos são um testemunho de sua habilidade e impacto duradouro no mundo das artes marciais.

Vida Pessoal

Fedor Emelianenko é conhecido por ser uma pessoa reservada, mantendo sua vida pessoal longe dos holofotes. Ele é casado e tem três filhas, e frequentemente fala sobre a importância da família em sua vida. Além de sua carreira no MMA, Fedor também se envolveu em atividades de caridade e promoveu o esporte em sua terra natal, ajudando a desenvolver novos talentos no MMA.

Desafios e Superações

Ao longo de sua carreira, Fedor Emelianenko enfrentou diversos desafios, incluindo derrotas inesperadas e lesões. No entanto, sua capacidade de se recuperar e voltar mais forte é uma das características que o definem como lutador. Ele sempre demonstrou uma mentalidade resiliente, aprendendo com cada experiência e usando isso para se aprimorar como atleta e como pessoa.

Futuro no MMA

Embora Fedor Emelianenko tenha anunciado sua aposentadoria em várias ocasiões, os fãs continuam a especular sobre seu futuro no MMA. Sua paixão pelo esporte e a conexão com os fãs fazem com que muitos acreditem que ele ainda pode ter mais a oferecer. Independentemente do que o futuro reserva, Fedor permanecerá como uma figura central na história das artes marciais mistas.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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