Arquitetura
Comunidade mórmon cresce no Brasil e ganha novo templo em Brasília
Brasília ganhou um novo monumento neste domingo (17). Um templo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias passa a ser a mais nova obra arquitetônica da capital federal, projetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa há 63 anos.
O edifício chama a atenção de todos que visitam a região norte do Plano Piloto. Com um projeto arquitetônico e cores em harmonia com os prédios públicos da capital, o templo chama atenção pela grandiosidade: dois mil metros quadrados em uma região que ocupa mais de dois hectares.
O templo, o décimo da igreja no Brasil e primeiro da região Centro-Oeste, foi erguido com uma estrutura simétrica de cimento, revestido de mármore branco citilante com uma pequena torre erguida no centro.
Na parte frontal, vitrais coloridos das janelas externas foram pintados à mão com tonalidades variadas de azul. Os espelhos d’água, algo característico de vários prédios públicos na capital, foram construídos na região do monumento com ladrilhos em tons de azul e branco que complementam os vitrais.
A construção foi iniciada em 2020, durou 26 meses, e agora o templo será frequentado por cerca de 50 mil membros que residem no Distrito Federal, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Goiás e Mato Grosso.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, popularmente conhecida como a “Igreja dos Mormons” — embora não seja um termo correto — foi fundada em 1830, possui mais de 17 milhões de membros pelo mundo e está presente em cerca de 160 países. Cada templo é tido como o lugar mais sagrado da Terra pelos seus fiéis.
A Igreja possui centro humanitário de suprimentos que atende vários países.
A equipe de reportagem da CNN Brasil esteve no Centro Humanitário Santos dos Últimos Dias em Salt Lake City, no estado de Utah. O centro foi estabelecido em 1991 para preparar suprimentos de caridade, como kits de higiene, limpeza, roupas, colchas e kits escolares que são enviados para o mundo inteiro para ajudar pessoas de todas as religiões e nacionalidades.
A cada ano, 300 mil kits escolares e de higiene e três milhões e 600 mil quilos de sapatos e roupas são destinados para ajudar pessoas que sofrem com a adversidades e desastres no mundo.
O centro humanitário também serve como um campo de treinamento para ajudar pessoas refugiadas e imigrantes a desenvolver habilidades, como aquisição de um idioma e de um emprego.
Os fundos para projetos humanitários vêm de doações de membros da igreja no mundo.
Comunidade mórmon no Brasil
O Brasil tem o terceiro maior número de membros da igreja no mundo, depois dos Estados Unidos e do México. A religião possui 1,6 milhão de fiéis só no Brasil. Há 10 anos, o número de seguidores chegava a pouco mais de 800 mil. Até 2024, haverá 18 templos da igreja no País.
Atualmente, oito templos estão em construção ou já foram anunciados pela sede da igreja localizada na cidade de Salt Lake City, em Utah, nos Estados Unidos. Próximos templos serão inaugurados em Salvador, Natal, Belo Horizonte, Santos, Teresina, Vitória, Maceió, Ribeirão Preto e em Londrina.
Membros da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil contribuem em projetos comunitários ao ajudar organizações locais na solução de problemas e no atendimento às necessidades da comunidade, a atenção às pessoas com deficiência física, ajuda a refugiados e a pessoas sem abrigo.
As acões foram intensificadas sobretudo durante a pandemia de Covid-19. Hospitais brasileiros de nove estados mais o distrito federal contaram com doações e ações da comunidade mórmon nos últimos meses.
Envio de insumos, equipamentos e melhorias nas condições hospitalares com pequenas reformas foram realizadas. Após a pandemia, a igreja somente em 2021 realizou mais de 600 ações que envolveram 37 mil voluntários em 26 estados e no Distrito Federal e doou mais de 45 milhões de reais em ajuda humanitária no Brasil.
Materiais e equipamentos médicos foram doados para ajudar no combate à Covid-19, ajuda a famílias em situação de vulnerabilidade cuja situação econômica foi agravada pela pandemia.
Veja também: Arquitetura moderna mudou a cara de São Paulo
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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