Arquitetura
Centro Comunitário / Interior Architecture Studio + Studio Hu, School of Architecture and Urban Planning

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizado na comunidade de Xiangtang, aos pés da montanha na parte norte de Nanjing, China, o centro comunitário é um edifício público multifuncional que recebe atividades formais, como reuniões, exposições, recepções e exibições. O volume está localizado em um vale na porção sudoeste da comunidade, limitado por uma encosta ao norte, um desfiladeiro para drenagem ao sul e um espaço verde aberto ao leste. Há um volume existente de dois andares no local que precisa ser preservado. O tamanho total da edificação é de cerca de 1.370m2.


Conceito de Projeto – Na arquitetura residencial tradicional chinesa, onde uma grande família vive junta, o salão principal chamado “Tang Wu” é o espaço familiar doméstico mais importante. É um espaço não apenas para a vida diária, encontros, realização de rituais e cerimônias, mas também um lugar para mostrar a riqueza e o status da família, geralmente com um gesto arquitetônico formal materializado em um espaço de pé-direito alto, escuro e semiaberto.


Como centro de encontros públicos, o volume se torna naturalmente o “Tang Wu” da comunidade. Ele possui um espaço interno alto e grande que acomoda atividades formais, como conferências e cerimônias. Ao mesmo tempo, oferece muitos espaços públicos abertos para os moradores e turistas, incentivando a interação social. Um grande telhado flutuante unifica os espaços e atividades formais e informais de maneira simples e fácil.



Ele evita intencionalmente o estilo arquitetônico vernáculo e aplica materiais e estruturas contemporâneos com certa representação visual e espiritual da arquitetura tradicional. Até certo ponto, é como um guarda-chuva aberto ou um chapéu de bambu flutuante, vagamente escondido na vegetação exuberante da natureza. As cumeeiras ondulantes e linhas escuras do telhado coexistem harmonicamente com as casas rurais dispersas ao seu redor.


Inovação Estrutural – Para alcançar a desejada sensação de flutuação, foi desenvolvida uma solução estrutural inovadora para o grande telhado de aço. A cobertura não apenas precisava vencer amplos balanços e vãos consideráveis, como também exigia que cada elemento estrutural fosse o mais esbelto possível. Essa busca pela leveza contribuiu para a expressão delicada e elegante da composição, reforçando visualmente a leveza proposta pelo projeto.


Com a ajuda da ferramenta Grasshopper no Rhino e com base na análise de força Karamba3D, exploramos um fluxo de trabalho adequado para os arquitetos desenvolverem o projeto estrutural na fase de proposta, e concluímos com sucesso a estrutura assimétrica e complexa do telhado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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