Levantamento de recursos
O que é Levantamento de Recursos?
O Levantamento de Recursos refere-se ao processo de identificação, captação e gestão de fundos ou ativos financeiros que podem ser utilizados para financiar projetos, iniciativas ou operações de uma organização. Este processo é crucial para empresas, ONGs e instituições que buscam expandir suas atividades ou implementar novos programas. O levantamento pode envolver diversas fontes, como doações, investimentos, financiamentos e parcerias.
Importância do Levantamento de Recursos
O Levantamento de Recursos é fundamental para garantir a sustentabilidade financeira de uma organização. Sem recursos adequados, é difícil manter operações, pagar funcionários e investir em inovações. Além disso, um bom levantamento de recursos pode aumentar a visibilidade da organização e fortalecer sua reputação no mercado, atraindo mais parceiros e investidores.
Fontes de Recursos
As fontes de recursos podem ser variadas e incluem doações de indivíduos, patrocínios de empresas, financiamentos governamentais, crowdfunding e investimentos de capital de risco. Cada uma dessas fontes possui características específicas, e a escolha da fonte ideal depende do perfil da organização e dos objetivos do projeto a ser financiado.
Estratégias para Levantamento de Recursos
Para realizar um Levantamento de Recursos eficaz, é essencial desenvolver estratégias bem definidas. Isso pode incluir a criação de campanhas de arrecadação, o fortalecimento de redes de contatos, a elaboração de propostas atraentes para investidores e a utilização de plataformas digitais para alcançar um público mais amplo. A transparência e a prestação de contas também são fundamentais para conquistar a confiança dos doadores e investidores.
Desafios no Levantamento de Recursos
O Levantamento de Recursos pode apresentar diversos desafios, como a concorrência por fundos, a falta de conhecimento sobre as melhores práticas e a dificuldade em comunicar o valor da proposta. Além disso, a instabilidade econômica pode afetar a disponibilidade de recursos, tornando ainda mais importante a diversificação das fontes de financiamento.
O Papel da Comunicação no Levantamento de Recursos
A comunicação desempenha um papel vital no Levantamento de Recursos. É necessário transmitir de forma clara e convincente a missão da organização, os objetivos do projeto e o impacto esperado. O uso de narrativas envolventes e dados concretos pode ajudar a captar a atenção de potenciais doadores e investidores, facilitando o processo de captação de recursos.
Ferramentas para Levantamento de Recursos
Existem diversas ferramentas e plataformas que podem auxiliar no Levantamento de Recursos, como softwares de gestão de doações, plataformas de crowdfunding e redes sociais. Essas ferramentas permitem que as organizações gerenciem suas campanhas de forma mais eficiente, alcancem um público maior e analisem os resultados obtidos, ajustando suas estratégias conforme necessário.
Capacitação e Treinamento
A capacitação da equipe envolvida no Levantamento de Recursos é essencial para o sucesso do processo. Investir em treinamentos sobre técnicas de captação, comunicação e gestão financeira pode aumentar significativamente a eficácia das iniciativas de arrecadação. Além disso, a troca de experiências com outras organizações pode proporcionar insights valiosos e novas abordagens.
Monitoramento e Avaliação
O monitoramento e a avaliação são etapas cruciais no Levantamento de Recursos. É importante acompanhar o progresso das campanhas, analisar o retorno sobre investimento e ajustar as estratégias conforme necessário. A avaliação contínua permite que a organização aprenda com suas experiências, melhore suas práticas e maximize o impacto dos recursos levantados.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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