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Mapeamento de processos

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O que é Mapeamento de Processos?

O Mapeamento de Processos é uma técnica utilizada para identificar, documentar e analisar as etapas de um processo dentro de uma organização. Essa prática permite que as empresas visualizem como as atividades são realizadas, quais são os responsáveis por cada etapa e quais recursos são utilizados. O objetivo principal é melhorar a eficiência e a eficácia dos processos, eliminando desperdícios e aumentando a produtividade.

Importância do Mapeamento de Processos

O Mapeamento de Processos é fundamental para a gestão de qualquer organização, pois proporciona uma visão clara e detalhada das operações. Com essa visão, é possível identificar gargalos, redundâncias e ineficiências que podem estar impactando negativamente os resultados. Além disso, o mapeamento facilita a comunicação entre as equipes e serve como base para a implementação de melhorias contínuas.

Etapas do Mapeamento de Processos

O Mapeamento de Processos envolve várias etapas, começando pela definição do escopo do processo a ser mapeado. Em seguida, realiza-se a coleta de dados, que pode incluir entrevistas com colaboradores, observação direta e análise de documentos. Após a coleta, os dados são organizados em um fluxograma ou diagrama, que representa visualmente as etapas do processo. Por fim, é realizada uma análise crítica para identificar oportunidades de melhoria.

Técnicas de Mapeamento de Processos

Dentre as técnicas de Mapeamento de Processos, destacam-se o Diagrama de Fluxo, a Análise SIPOC (Suppliers, Inputs, Process, Outputs, Customers) e o Mapa de Valor. Cada uma dessas técnicas oferece uma abordagem única para visualizar e entender os processos. O Diagrama de Fluxo, por exemplo, é ideal para representar sequências de atividades, enquanto o SIPOC ajuda a identificar os elementos chave que influenciam o processo.

Benefícios do Mapeamento de Processos

Os benefícios do Mapeamento de Processos são diversos e impactam diretamente a performance organizacional. Entre os principais, podemos citar a redução de custos operacionais, a melhoria na qualidade dos produtos e serviços, e o aumento da satisfação do cliente. Além disso, o mapeamento contribui para a padronização de processos, facilitando o treinamento de novos colaboradores e a integração entre diferentes áreas da empresa.

Mapeamento de Processos e Tecnologia

A tecnologia desempenha um papel crucial no Mapeamento de Processos, pois existem diversas ferramentas e softwares que podem auxiliar na criação de diagramas e na análise de dados. Ferramentas como BPMN (Business Process Model and Notation) e softwares de gestão de processos permitem que as empresas realizem mapeamentos de forma mais ágil e precisa, além de possibilitar simulações e análises de cenários.

Desafios do Mapeamento de Processos

Apesar de seus benefícios, o Mapeamento de Processos pode apresentar desafios. Um dos principais é a resistência à mudança por parte dos colaboradores, que podem se sentir ameaçados por novas práticas. Além disso, a coleta de dados pode ser um processo demorado e complexo, especialmente em organizações grandes e com muitos processos interligados. Superar esses desafios requer uma abordagem cuidadosa e a comunicação eficaz dos objetivos do mapeamento.

Mapeamento de Processos e Melhoria Contínua

O Mapeamento de Processos é uma ferramenta essencial para a melhoria contínua dentro das organizações. Ao mapear e analisar processos, as empresas podem identificar áreas que necessitam de ajustes e implementar mudanças que promovam a eficiência. Essa prática deve ser realizada de forma periódica, garantindo que os processos se mantenham atualizados e alinhados com as necessidades do mercado e dos clientes.

Exemplos de Mapeamento de Processos

Existem diversos exemplos de Mapeamento de Processos que podem ser aplicados em diferentes setores. No setor de serviços, por exemplo, o mapeamento pode ser utilizado para otimizar o atendimento ao cliente, desde o primeiro contato até a resolução de problemas. Na indústria, o mapeamento pode ajudar a melhorar a linha de produção, identificando etapas que podem ser aceleradas ou eliminadas. Cada exemplo ilustra como o mapeamento pode ser adaptado às necessidades específicas de cada organização.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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