Mindset de crescimento
O que é Mindset de Crescimento?
O termo “Mindset de crescimento” refere-se à crença de que as habilidades e a inteligência podem ser desenvolvidas através de dedicação e trabalho árduo. Essa mentalidade contrasta com o “mindset fixo”, que acredita que as capacidades são inatas e imutáveis. O conceito foi popularizado pela psicóloga Carol Dweck, que enfatiza a importância de adotar uma abordagem positiva em relação ao aprendizado e ao desenvolvimento pessoal.
Características do Mindset de Crescimento
As pessoas com um mindset de crescimento tendem a ver desafios como oportunidades de aprendizado, em vez de obstáculos. Elas são mais propensas a persistir diante das dificuldades, a buscar feedback e a aprender com as críticas. Essa mentalidade também promove a resiliência, permitindo que os indivíduos se recuperem mais rapidamente de falhas e frustrações, transformando experiências negativas em lições valiosas.
Benefícios do Mindset de Crescimento
Adotar um mindset de crescimento pode trazer diversos benefícios, tanto na vida pessoal quanto profissional. Indivíduos com essa mentalidade geralmente apresentam melhor desempenho acadêmico e profissional, já que estão mais dispostos a se esforçar e a se aprimorar continuamente. Além disso, essa abordagem pode melhorar a autoestima e a satisfação pessoal, pois as pessoas se sentem mais capacitadas a enfrentar desafios e a alcançar seus objetivos.
Como Desenvolver um Mindset de Crescimento
Desenvolver um mindset de crescimento envolve algumas práticas simples, mas eficazes. Primeiro, é fundamental reconhecer e desafiar crenças limitantes que podem estar impedindo o crescimento pessoal. Além disso, é importante cultivar a curiosidade e a disposição para aprender, buscando novas experiências e conhecimentos. Por fim, a prática da auto-reflexão pode ajudar a identificar áreas de melhoria e a celebrar conquistas, por menores que sejam.
Mindset de Crescimento e Educação
No contexto educacional, o mindset de crescimento é essencial para o desenvolvimento dos alunos. Educadores que incentivam essa mentalidade ajudam os estudantes a entender que o esforço e a prática são fundamentais para o aprendizado. Isso pode ser feito através de feedback construtivo, celebração de progressos e a criação de um ambiente seguro para que os alunos se sintam à vontade para errar e aprender com os erros.
Mindset de Crescimento em Ambientes de Trabalho
Em ambientes corporativos, o mindset de crescimento pode ser um diferencial competitivo. Empresas que promovem essa mentalidade entre seus colaboradores tendem a ter equipes mais engajadas e inovadoras. Isso se traduz em maior colaboração, criatividade e disposição para enfrentar desafios. Além disso, um ambiente que valoriza o aprendizado contínuo pode atrair e reter talentos, contribuindo para o sucesso organizacional.
Desafios na Adoção do Mindset de Crescimento
Embora o mindset de crescimento ofereça muitos benefícios, sua adoção pode apresentar desafios. Muitas pessoas estão acostumadas a uma mentalidade fixa e podem resistir à mudança. Além disso, o medo do fracasso pode ser um obstáculo significativo. Para superar esses desafios, é importante cultivar uma cultura de apoio e encorajamento, onde as falhas são vistas como oportunidades de aprendizado e não como motivos de vergonha.
Exemplos de Mindset de Crescimento
Um exemplo clássico de mindset de crescimento é a história de Thomas Edison, que falhou inúmeras vezes antes de inventar a lâmpada elétrica. Em vez de se deixar desanimar pelas falhas, Edison via cada erro como um passo em direção ao sucesso. Outro exemplo é o atleta Michael Jordan, que enfrentou rejeições e críticas, mas usou essas experiências para se tornar um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos. Essas histórias inspiram e mostram que o esforço e a perseverança são fundamentais para o sucesso.
Mindset de Crescimento e Saúde Mental
O mindset de crescimento também pode ter um impacto positivo na saúde mental. Ao promover uma visão mais flexível sobre as capacidades pessoais, as pessoas podem reduzir a ansiedade e a depressão associadas ao perfeccionismo e ao medo do fracasso. Além disso, essa mentalidade encoraja a prática da autocompaixão, permitindo que os indivíduos sejam mais gentis consigo mesmos em momentos de dificuldade, o que é crucial para o bem-estar emocional.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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