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Os modelos de avaliação são ferramentas essenciais para medir o desempenho e a eficácia de serviços em diversas áreas. Eles permitem que as organizações analisem resultados, identifiquem pontos fortes e fracos e tomem decisões informadas. A implementação de modelos de avaliação adequados pode resultar em melhorias significativas na qualidade dos serviços prestados, além de contribuir para a satisfação do cliente e a otimização de processos internos.
Existem diversos tipos de modelos de avaliação, cada um com suas características e finalidades específicas. Entre os mais comuns, destacam-se os modelos qualitativos e quantitativos. Os modelos qualitativos focam em aspectos subjetivos, como a percepção do cliente e a experiência do usuário, enquanto os modelos quantitativos utilizam dados numéricos para medir resultados de forma objetiva. A escolha do modelo adequado depende dos objetivos da avaliação e do contexto em que será aplicada.
O modelo de avaliação de desempenho é amplamente utilizado em ambientes corporativos para medir a eficácia dos colaboradores e equipes. Esse modelo pode incluir métricas como produtividade, qualidade do trabalho e cumprimento de prazos. Através de avaliações regulares, as empresas podem identificar talentos, promover o desenvolvimento profissional e alinhar as metas individuais com os objetivos organizacionais.
Os modelos de avaliação de projetos são fundamentais para analisar a viabilidade e o sucesso de iniciativas específicas. Eles envolvem a definição de indicadores de desempenho, a coleta de dados e a análise dos resultados em relação aos objetivos estabelecidos. Esse tipo de avaliação é crucial para garantir que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e que os resultados esperados sejam alcançados.
A avaliação da satisfação do cliente é um aspecto vital para qualquer negócio que busca melhorar seus serviços. Modelos de avaliação de satisfação podem incluir pesquisas de opinião, entrevistas e feedback direto dos clientes. Esses dados ajudam as empresas a entender as necessidades e expectativas dos consumidores, permitindo que ajustem suas ofertas e melhorem a experiência do usuário.
Os modelos de avaliação de qualidade são utilizados para garantir que os serviços atendam a padrões específicos e regulatórios. Esses modelos podem incluir auditorias, revisões de processos e análises comparativas. A implementação de um modelo de avaliação de qualidade eficaz ajuda as organizações a manter a conformidade e a melhorar continuamente seus serviços, resultando em maior confiança por parte dos clientes.
O modelo de avaliação de impacto é utilizado para medir os efeitos de um serviço ou programa em um determinado público ou comunidade. Esse tipo de avaliação busca entender não apenas os resultados imediatos, mas também as consequências a longo prazo das ações realizadas. Através de métodos qualitativos e quantitativos, as organizações podem avaliar a eficácia de suas intervenções e justificar investimentos futuros.
Os modelos de avaliação formativa e somativa são utilizados em contextos educacionais e de treinamento. A avaliação formativa ocorre durante o processo de aprendizagem, permitindo ajustes e melhorias em tempo real. Já a avaliação somativa é realizada ao final de um ciclo, com o objetivo de medir o aprendizado e a eficácia do programa. Ambos os modelos são essenciais para garantir a qualidade e a eficácia dos processos educacionais.
A implementação de modelos de avaliação pode apresentar diversos desafios, como a resistência à mudança, a falta de dados confiáveis e a dificuldade em definir indicadores apropriados. É fundamental que as organizações estejam preparadas para enfrentar esses obstáculos, investindo em treinamento, tecnologia e na cultura de avaliação contínua. Superar esses desafios é crucial para garantir que os modelos de avaliação sejam eficazes e tragam os resultados desejados.
O futuro dos modelos de avaliação está intimamente ligado à evolução tecnológica e ao uso de dados. Com o avanço da inteligência artificial e da análise de big data, as organizações têm a oportunidade de desenvolver modelos de avaliação mais precisos e personalizados. Essa transformação permitirá uma compreensão mais profunda do desempenho e da satisfação do cliente, resultando em serviços mais eficazes e alinhados às necessidades do mercado.

A arquitetura costuma ser representada como um objeto estável: um edifício capturado em um momento de clareza visual, isolado das contingências ao redor. Plantas, cortes e fotografias prometem legibilidade ao suspender o tempo. No entanto, muitos dos espaços públicos mais duradouros do mundo resistem completamente a esse modo de representação. Eles não foram feitos para serem compreendidos de imediato, nem revelam sua lógica apenas pela forma. Sua inteligência espacial emerge aos poucos — pela repetição, pela ocupação e pela duração.
O bazar se insere com firmeza nessa categoria. Ele não pode ser entendido por um único desenho ou por uma elevação finalizada. Sua organização não é fixa, é ensaiada diariamente. O que o sustenta não é apenas a composição arquitetônica, mas o tempo compartilhado, a memória coletiva e padrões de uso construídos ao longo dos anos. A convivência no bazar não nasce de decisões formais de projeto; ela é produzida por encontros repetidos, proximidades negociadas e familiaridade social acumulada no tempo.
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Observar um bazar com atenção é reconhecer a arquitetura operando como um sistema temporal. Mercados não funcionam de maneira contínua e uniforme. Eles se montam, se intensificam, pausam, se transformam e se dissolvem — muitas vezes dentro de um único dia. Da atividade noturna do Mercado de Flores Dadar, em Mumbai, à precisão matinal do Mercado de Tsukiji, em Tóquio, esses ambientes são regidos menos por fechamentos espaciais e mais por coordenação no tempo.
Mercados públicos: arquitetura do encontro e da troca
A regulação acontece por repetição, não por imposição. A orientação se dá pela familiaridade, não pela sinalização. A memória assume o papel que, em geral, caberia às paredes e aos limites físicos. Ao longo do dia, ferramentas arquitetônicas convencionais começam a perder relevância. Plantas não conseguem registrar o movimento; diagramas de zoneamento falham em captar a sobreposição. Em seu lugar, é preciso outro tipo de leitura espacial — uma que reconheça o tempo como estrutura organizadora e o comportamento como um material arquitetônico central.

Entre a meia-noite e o início da manhã, muitos mercados se formam fora do olhar da cidade. No Mercado de Flores KR, em Bengaluru, essa lógica temporal está ligada ao papel da cidade como polo agrícola e comercial regional. As flores chegam durante a noite, vindas de distritos vizinhos e outros estados, sincronizadas com a demanda do atacado nas primeiras horas do dia e com a necessidade de evitar o calor e o trânsito diurnos. O mercado ocupa um tecido urbano denso, sobreposto por rotas de transporte, instituições religiosas e ruas comerciais históricas. Sua montagem segue o hábito, não a alocação formal.

Superfícies temporárias são estendidas. Feixes de flores definem bordas e caminhos. Poucos estandes existem no sentido arquitetônico tradicional, mas os limites espaciais são claramente compreendidos. Os vendedores retornam aos mesmos pontos todos os dias, guiados pelo reconhecimento social, não por marcações físicas. O território se mantém pela continuidade, não pela posse. A ordem espacial é construída coletivamente, sem infraestrutura visível ou controle centralizado. Aqui, o bazar revela uma inteligência arquitetônica raramente reconhecida: ambientes feitos pela repetição, e não pela permanência; legibilidade sustentada pela memória, e não pelo fechamento material.
Nas primeiras horas da manhã, a atividade se intensifica. Troca no atacado, compras no varejo, logística e demandas rituais se sobrepõem num intervalo de tempo extremamente comprimido. A proximidade do mercado com ruas comerciais e áreas de culto o insere num tecido urbano historicamente denso. Do ponto de vista do planejamento, essa concentração costuma ser lida como desordem. No nível do chão, porém, o espaço opera com precisão.

Os fluxos se ajustam em torno de carrinhos, motos e carregadores. Certos caminhos se alargam ou se estreitam conforme o volume, não conforme a dimensão física. Limiares mudam de função sem alteração arquitetônica. O que parece caótico de cima funciona como um sistema calibrado por hábito, familiaridade e ajuste mútuo. Aqui, a densidade não indica falha do planejamento — indica sucesso da organização temporal. A arquitetura atua menos como separação e mais como estrutura para negociação constante.
Com o avanço do dia, a intensidade diminui. A ênfase passa da transação ao descanso, à manutenção e à troca social. Em mercados como o de Mapusa, em Goa, essa desaceleração é estrutural. O ritmo do mercado se vincula mais aos ciclos agrícolas semanais e sazonais do que à demanda diária. O pico ocorre pela manhã; depois, o tempo se alonga.

Nessas horas, o mercado se expande e se contrai no tempo, não no espaço. A forma construída oferece sombra, bordas e superfícies duráveis, mas recua em protagonismo. A organização se dá por expectativa mútua. Conversas se estendem. Assentos improvisados surgem onde nada foi projetado. O mercado continua ocupando o espaço sem produzir troca material. Essa pausa não é ineficiência — é inteligência espacial. Ela permite que o sistema se recupere e se sustente ao longo das semanas e estações.
À medida que o comércio se encerra, muitos mercados se transformam profundamente. No Campo de’ Fiori, em Roma, a retirada das barracas revela uma praça cívica. O mesmo chão que sustentava caixas e circulação pela manhã passa a acolher encontros e lazer à noite.

Essa mudança acontece sem qualquer intervenção arquitetônica ou reprogramação formal. O uso se transforma, mas a memória do espaço permanece. Mesmo sem as barracas e objetos, os vestígios do mercado continuam legíveis, e as pessoas ainda reconhecem onde a atividade acontecia, orientando-se pela familiaridade — não por placas ou dispositivos de design. O espaço não precisa anunciar sua nova função; ele simplesmente a incorpora. O êxito desses ambientes não está na “flexibilidade” como recurso projetado, mas na ausência de restrições. A arquitetura se mantém aberta o suficiente para acolher diferentes condições sociais ao longo do tempo, sem impor hierarquias nem fixar permanências. Ao evitar definir o uso com excesso de precisão, o mercado garante continuidade entre o comércio e a vida pública, mostrando como a arquitetura permanece relevante quando permite que os programas evoluam, em vez de exigir estabilidade.
À noite, o bazar quase desaparece. Estruturas temporárias somem. Os objetos vão embora. Em mercados como o Ballarò, em Palermo, quase nada resta fisicamente — mas a ordem espacial continua viva na memória coletiva. O mercado não depende de preservação formal. Ele sobrevive por ensaio diário.

Com o tempo, a questão muda: não é mais como projetar mercados, mas como os mercados moldam o comportamento espacial. O bazar ensina negociação, timing e convivência. Ele produz coletividade não pela forma, mas pelo uso contínuo. Não se trata de romantizar a informalidade, mas de ampliar o modo como a arquitetura observa o espaço vivido. Quando espaço e tempo são inseparáveis, a representação também precisa ser. O bazar não pede outra arquitetura. Ele pede outras formas de enxergar a arquitetura como ela é vivida.
Este artigo é parte dos Temas do ArchDaily: Construindo lugares de encontro. Mensalmente, exploramos um tema em profundidade através de artigos, entrevistas, notícias e projetos de arquitetura. Convidamos você a conhecer mais sobre os temas do ArchDaily. E, como sempre, o ArchDaily está aberto a contribuições de nossas leitoras e leitores; se você quiser enviar um artigo ou projeto, entre em contato.
Timothée Chalamet cresceu no Manhattan Plaza, um edifício de 46 andares localizado no bairro de Hell’s Kitchen, em Manhattan. Concluído em 1977, o complexo oferece moradias subsidiadas para famílias de renda média, dentro do programa habitacional Mitchell-Lama da cidade de Nova York. O prédio abriga muitos artistas, o que lhe rendeu o apelido de “o quarto da Broadway” (Broadway’s Bedroom). Entre outros moradores famosos estão Colman Domingo, Alicia Keys, Angela Lansbury, Mickey Rourke e Larry David (que inspirou o personagem Cosmo Kramer na série Seinfeld). Em certa época, Samuel L. Jackson chegou a trabalhar ali como segurança.
A SpaceX apresentou uma proposta à Comissão Federal de Comunicações dos EUA na qual afirma ter planos para colocar em órbita uma “constelação” de até um milhão de data centers.
No documento, a empresa controlada por Elon Musk informa que esses data centers seriam alimentados por energia solar e teriam capacidade de se comunicar entre si por meio de lasers.
Segundo o site The Verge, é improvável que a Comissão Federal de Comunicações aprove um projeto dessa dimensão, e a versão final autorizada, caso avance, deve prever um número bem menor de unidades.
Apesar disso, a SpaceX afirma na proposta que “data centers orbitais são a forma mais eficiente de atender à crescente demanda por poder de computação voltado à Inteligência Artificial”.
Não é a primeira vez que Musk manifesta interesse em levar data centers ao espaço com o objetivo de acelerar o desenvolvimento da IA. A possibilidade de uma eventual integração entre a SpaceX e a xAI também reforça essa estratégia.
Em paralelo, Musk anunciou em uma publicação na rede social X que o primeiro teste da nova geração do foguete Starship deve ocorrer em algum momento do mês de março.
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