Oficina na prática
O que é uma Oficina na Prática?
A Oficina na prática é um espaço onde teoria e prática se encontram, permitindo que os participantes desenvolvam habilidades específicas em um ambiente controlado. Este conceito é amplamente utilizado em diversas áreas, como educação, artesanato, tecnologia e até mesmo em serviços de manutenção. O objetivo principal é proporcionar uma experiência de aprendizado que vá além da sala de aula, onde os participantes podem aplicar o conhecimento adquirido de forma prática e direta.
Importância da Oficina na Prática
A Oficina na prática desempenha um papel crucial no desenvolvimento de competências e habilidades. Ao permitir que os participantes experimentem e pratiquem, as oficinas ajudam a consolidar o aprendizado, facilitando a retenção de informações e a aplicação em situações reais. Além disso, esse formato de ensino promove a criatividade e a inovação, uma vez que os participantes são incentivados a explorar novas ideias e abordagens.
Tipos de Oficinas na Prática
Existem diversos tipos de Oficina na prática, cada uma voltada para um público específico e objetivos distintos. Por exemplo, oficinas de artesanato podem focar em técnicas manuais, enquanto oficinas de tecnologia podem ensinar programação ou design gráfico. Além disso, há oficinas voltadas para o desenvolvimento pessoal, como coaching e liderança, que visam aprimorar habilidades interpessoais e profissionais.
Como Organizar uma Oficina na Prática
Organizar uma Oficina na prática requer planejamento cuidadoso. É fundamental definir o objetivo da oficina, o público-alvo e o conteúdo a ser abordado. Além disso, é importante escolher um local adequado, que ofereça os recursos necessários, como materiais e equipamentos. A divulgação da oficina também é essencial para atrair participantes, utilizando estratégias de marketing digital e redes sociais para alcançar um público mais amplo.
Metodologias Utilizadas em Oficinas na Prática
As metodologias aplicadas em uma Oficina na prática podem variar conforme o tema e os objetivos. Técnicas como aprendizagem colaborativa, estudos de caso e simulações são frequentemente utilizadas para engajar os participantes e facilitar a troca de experiências. O uso de dinâmicas de grupo e atividades práticas também é comum, pois promove a interação e o aprendizado ativo.
Benefícios de Participar de uma Oficina na Prática
Participar de uma Oficina na prática oferece uma série de benefícios. Os participantes têm a oportunidade de aprender de forma mais dinâmica e interativa, o que pode aumentar a motivação e o interesse pelo tema abordado. Além disso, a prática em um ambiente seguro permite que os indivíduos cometam erros e aprendam com eles, o que é fundamental para o desenvolvimento de habilidades. Networking e troca de experiências com outros participantes também são vantagens significativas.
Oficina na Prática e o Mercado de Trabalho
No contexto do mercado de trabalho, a Oficina na prática pode ser um diferencial importante. Profissionais que participam de oficinas tendem a adquirir habilidades práticas que são altamente valorizadas pelos empregadores. Além disso, a experiência prática pode enriquecer o currículo, tornando o candidato mais atrativo em processos seletivos. As oficinas também podem servir como uma oportunidade de atualização profissional, permitindo que os trabalhadores se mantenham competitivos em suas áreas.
Desafios na Implementação de Oficinas na Prática
Embora as Oficinas na prática ofereçam muitos benefícios, também existem desafios a serem enfrentados. A falta de recursos, como materiais e espaço adequado, pode limitar a eficácia da oficina. Além disso, a resistência à mudança por parte de alguns participantes pode dificultar a implementação de novas metodologias. É importante que os organizadores estejam preparados para lidar com esses desafios e busquem soluções criativas para superá-los.
Exemplos de Oficinas na Prática
Alguns exemplos de Oficinas na prática incluem cursos de culinária, onde os participantes aprendem a preparar pratos específicos, ou oficinas de fotografia, que ensinam técnicas de captura e edição de imagens. Também há oficinas voltadas para o desenvolvimento de habilidades profissionais, como comunicação eficaz e trabalho em equipe. Cada uma dessas oficinas oferece uma experiência única e prática, contribuindo para o crescimento pessoal e profissional dos participantes.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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